segunda-feira, julho 03, 2006

Agradecimento, de todo o coração

Tentei, por todos os meios, descobrir um modo de agradecer ao Corpo de Bombeiros, de São José dos Campos, pela rapidez no atendimento à minha mãe, na noite de sábado.

Neste sábado, minha mãe passou mal, foi tudo muito rápido. Ela simplesmente ficou como se estivesse catatônica, na cadeira da sala. Minha irmã falando com ela, forçando para que ela ficasse acordada e conversando, enquanto meu cunhado e eu tentávamos entrar em contato com algum hospital para conseguir uma ambulância (sem sucesso).

Foi quando meu cunhado teve a idéia de telefonar para o número 190. A chamada foi encaminhada ao Corpo de Bombeiros, e uma viatura com médico e enfermeiro saiu da Vila Industrial em direção à minha casa (que fica perto do Shopping Colinas). Não me perguntem quanto tempo demorou, porque deve ter sido tudo muito rápido. Mas, para quem está em pânico, qualquer minuto é uma eternidade. Segundo meu cunhado, que era o único com a cabeça no lugar, foram menos de cinco minutos.

A UTI móvel chegou, com um médico, Dr. Elton, o enfermeiro Rubens, e o policial, Martinelli. Não tenho palavras para definir o atendimento deles: rápido e eficiente é dizer pouco.

Minha mãe foi levada para o Pronto Socorro da Vila Industrial, ao qual também devo agradecer. Em qualquer hospital particular, seria exigida uma tremenda papelada antes que minha mãe fosse atendida. Lá no Hospital Municipal, não: ela foi atendida enquanto eu preenchia a papelada.

E a equipe do Corpo de Bombeiros ficou lá até que a situação se estabilizasse, foram eles que me deram a notícia de que minha mãe estava consciente, conversando normalmente, e me contaram que foi uma hipoglicemia. Ela tem diabetes, toma medicamentos para controlar a glicose, e por algum motivo a glicose no sangue baixou muito, mas muito mesmo.

O atendimento no hospital também foi muito rápido e eficiente. O único problema é que, por atender muita gente, e gente de todos os tipos, eles acabam não lidando muito bem com os familiares dos pacientes. Mas, se levar em conta a rapidez e a eficiência no tratamento, isso é perdoável.

Aos funcionários, médicos e corpo de enfermagem do Hospital Municipal de São José dos Campos, meus agradecimentos. Em especial à Idalice, da recepção da Emergência; ao Eduardo, do guichê de informações; à Delfina, enfermeira-chefe; ao doutor Colombino (espero ter escrito o nome corretamente), que recebeu minha mãe na hora em que ela chegou; ao Expedito e à Patrícia, auxiliares de enfermagem que cuidaram da minha mãe: minha gratidão pelo resto da vida!

Ao Corpo de Bombeiros de São José dos Campos, nas pessoas do policial Martinelli, do Rubens e do Dr. Elton, as palavras são pouco para agradecer: vocês são verdadeiros anjos da guarda da população.

Eu já admirava o trabalho do Corpo de Bombeiros, sem nunca ter precisado de vocês. Agora, essa admiração tornou-se também gratidão.

Muito, muito obrigada!

2 comentários:

Priscila disse...

Que susto, hein Milena? Esta vida prega cada peça na gente...
Que bom que agora já está tudo bem!
Um abraço,
Priscila

Priscila disse...

Que triste ser órfão de pai. O pior é que fico pensando que dentro de alguns meses eu é que me enquadrarei nesta categoria...

Estou batalhando como posso, mas tá difícil. Com toda essa situação a família toda está muito triste, nós nos irritamos muito facilmente e acabamos discutindo sempre. Mas tô tentando seguir...