Quem leu o meu post sobre os 100 fatos sabe que eu sempre tive um certo trauma de Matemática (fato 36). Não que eu detestasse a matéria, mas estava longe de ser a minha favorita, e eu tive um professor, na oitava série, que não ajudava muito.
Mas, por conta de circunstâncias da vida, fui levada a estudar engenharia. Um curso que é Matemática do começo ao fim. E eis que, no primeiro ano do curso, o Milagre aconteceu: tive um professor de Cálculo que fez com que eu descobrisse que Matemática não era o bicho de sete cabeças que parecia. Um trauma que vinha de longe, e que parecia irrecuperável.
Eis que agora, no mestrado, enterro outro trauma acadêmico. Programação. Tentaram me enfiar programação na cabeça a marretadas no primeiro ano da graduação, mas não conseguiram. Quando precisei, no trabalho, deixei a programação mais pesada para outras pessoas que soubessem mais do assunto.
No mestrado, porém, não teve jeito. Ou eu aprendia, ou não conseguiria fazer as matérias. E não é que estou me saindo bem, para alguém que nunca programou na vida? E logo Matlab, que me parecia tão complicado.
Não apenas estou aprendendo, como estão achando divertido programar.
E você? Tem algum trauma de matéria do colégio, ou da faculdade, para contar?
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quinta-feira, maio 05, 2011
terça-feira, outubro 19, 2010
Reencontros!
Tudo bem que estou em uma cidade pequena de MG. Tudo bem que morei aqui dos 9 aos 22 anos. Eu entendo que seja natural reencontrar muita gente, até porque em muitos casos eu fui atrás dos antigos "contatos", para avisar que, ei, estou de volta!
Mas ontem passei por uma situação que me deixou um bocado emocionada. Eu estava, pra variar, no Café do Vadinho, e eis que senta ao meu lado uma moça, muito bonita. Eu olhei para ela e já percebi logo que era uma ex-colega, dos tempos de colégio. Não mudou nada. Continua com o mesmo rostinho de boneca, loira dos olhos claros, e o mesmo sorriso de sempre.
E cadê coragem para falar com ela? Lá pelas tantas, criei coragem e a abordei:
"Desculpe interromper, mas por acaso seu nome é Daniella?".
Ela respondeu que sim, e eu perguntei se o sobrenome dela era (...). Era.
Emendei na hora: "Você não deve estar me reconhecendo, sou eu, Milena. Do Colégio das Irmãs. Milena, a encrenqueira."
No que citei o colégio, ela lembrou. E já emendou mandando um "encrenqueira, não! Melhor aluna da turma, sim!"
O resultado é que um inocente café de fim de tarde, olhando para a pracinha da cidade, virou um reencontro, com lembranças hilariantes dos tempos de colégio. Por exemplo, o professor de matemática, que tinha aquela tremenda cara de bravo. Ou a diretora do colégio, com a eterna cara de séria (que vira um sorriso enorme depois que nos tornamos ex-alunos e levamos o nome do colégio para todo lado!).
Enfim, estou emocionada até agora.
Mas ontem passei por uma situação que me deixou um bocado emocionada. Eu estava, pra variar, no Café do Vadinho, e eis que senta ao meu lado uma moça, muito bonita. Eu olhei para ela e já percebi logo que era uma ex-colega, dos tempos de colégio. Não mudou nada. Continua com o mesmo rostinho de boneca, loira dos olhos claros, e o mesmo sorriso de sempre.
E cadê coragem para falar com ela? Lá pelas tantas, criei coragem e a abordei:
"Desculpe interromper, mas por acaso seu nome é Daniella?".
Ela respondeu que sim, e eu perguntei se o sobrenome dela era (...). Era.
Emendei na hora: "Você não deve estar me reconhecendo, sou eu, Milena. Do Colégio das Irmãs. Milena, a encrenqueira."
No que citei o colégio, ela lembrou. E já emendou mandando um "encrenqueira, não! Melhor aluna da turma, sim!"
O resultado é que um inocente café de fim de tarde, olhando para a pracinha da cidade, virou um reencontro, com lembranças hilariantes dos tempos de colégio. Por exemplo, o professor de matemática, que tinha aquela tremenda cara de bravo. Ou a diretora do colégio, com a eterna cara de séria (que vira um sorriso enorme depois que nos tornamos ex-alunos e levamos o nome do colégio para todo lado!).
Enfim, estou emocionada até agora.
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