Hoje foi o dia de cão! Primeiro, eu cheguei atrasada à universidade (dêem um desconto, minhas aulas geralmente são às nove, ou seja, eu acordo às sete, hoje eu tive que chegar lá nesse horário!). Depois, fui para a aula das 09h00, tudo tranqüilo, exceto pelo frio. Depois da aula, começou a epopéia da fechadura engripada.
A sala onde estudo/trabalho só tem uma fechadura. Tetra. E a minha chave vive emperrando dentro da fechadura. Por conta disso, meu orientador me emprestou a chave dele para que eu fizesse uma cópia durante o horário de almoço.
Eis que fiz a burrada de mandar fazer a tal cópia em um chaveiro que é um velhinho daqueles bem interioranos. Bom, geralmente esses velhinhos sabem atender... ah, vá! Já vou adiantando o final da história: mau atendimento, a gente vê por aqui, no chaveiro do velhinho na praça do Colégio Coronel Carneiro Júnior...
Cheguei à faculdade, primeiro uso da chave, sem problemas. No fim da tarde, estava sozinha e, quando fui trancar a sala, adivinhem? Sim. A chave quebrou dentro da fechadura. Desmontamos a fechadura, eu e o rapaz da secretaria, e fui lá tentar me entender com o velhinho.
Teria sido mais fácil, se ele não tivesse aberto a boca para falar besteira (acho que ele abusou do direito de ser velhinho!). Virou para mim e disse que eu não sabia manusear a chave. Aí eu comecei a esbravejar: perguntei se ele estava achando que eu era alguma idiota, para não saber usar uma chave. Ele começou a tentar retrucar e eu só repetia que queria meu dinheiro de volta.
No fim, consegui o dinheiro de volta. E já saí fazendo propaganda negativa, porque... onde já se viu? O material que ele usa é ruim, e o erro é do cliente?
Acho que esta foi a primeira vez que tive algum problema desse gênero aqui na cidade. Geralmente, nos lugares onde vou, sou muito bem atendida, que fique bem claro. Mas não recomendo o chaveiro do velhinho, na praça do colégio...
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quarta-feira, maio 04, 2011
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Atendimento pós-venda
Eu acho um absurdo, a quantidade de empresas que dizem que têm por "missão" satisfazer o cliente quando, na verdade, mal sabem lidar com o cliente.
Nesta semana passei por uma situação que é um perfeito indicativo do quanto estou certa.
Em 20/08/2010, comprei um roteador wireless, da D-link. Com 3 anos de garantia. O roteador durou até a semana passada.
Levei o equipamento 3 vezes na loja, uma certa Casa do Notebook, no Shopping Colinas, aqui em São José dos Campos. Lá, me disseram que, como o roteador tem 3 anos de garantia, se eu tivesse a nota fiscal, eles fariam a troca.
Quando cheguei à loja com o roteador e a nota fiscal, me disseram que eles só efetuavam a troca até 10 dias após a compra. Não sei o porquê, mas só lembraram disso quando viram a nota fiscal, ou seja, quando tiveram a confirmação de que eu realmente tinha direito à troca do equipamento.
Detalhe: fizeram uma conexão maluca lá, e disseram que estava tudo funcionando. Mas eu ligo o roteador aqui em casa e ele não funciona. Conclusão? A Casa do Notebook age de má fé com o cliente que tem problemas com os produtos que eles vendem.
Me mandaram ligar para o suporte da D-link. Estou desde ontem tentando falar com eles. Me largam tanto tempo na musiquinha que a bateria do meu telefone sem fio acaba. Já telefonei três vezes para lá, e eles me transferem de um departamento para outro. Sem me explicar como vão trocar meu aparelho.
Sim, porque depois de três telefonemas e 15 tentativas diferentes de "reconfigurar" o aparelho, ele continua sem funcionar. E eu continuo sem ser atendida.
Alguém pode me ajudar, por favor?
Nesta semana passei por uma situação que é um perfeito indicativo do quanto estou certa.
Em 20/08/2010, comprei um roteador wireless, da D-link. Com 3 anos de garantia. O roteador durou até a semana passada.
Levei o equipamento 3 vezes na loja, uma certa Casa do Notebook, no Shopping Colinas, aqui em São José dos Campos. Lá, me disseram que, como o roteador tem 3 anos de garantia, se eu tivesse a nota fiscal, eles fariam a troca.
Quando cheguei à loja com o roteador e a nota fiscal, me disseram que eles só efetuavam a troca até 10 dias após a compra. Não sei o porquê, mas só lembraram disso quando viram a nota fiscal, ou seja, quando tiveram a confirmação de que eu realmente tinha direito à troca do equipamento.
Detalhe: fizeram uma conexão maluca lá, e disseram que estava tudo funcionando. Mas eu ligo o roteador aqui em casa e ele não funciona. Conclusão? A Casa do Notebook age de má fé com o cliente que tem problemas com os produtos que eles vendem.
Me mandaram ligar para o suporte da D-link. Estou desde ontem tentando falar com eles. Me largam tanto tempo na musiquinha que a bateria do meu telefone sem fio acaba. Já telefonei três vezes para lá, e eles me transferem de um departamento para outro. Sem me explicar como vão trocar meu aparelho.
Sim, porque depois de três telefonemas e 15 tentativas diferentes de "reconfigurar" o aparelho, ele continua sem funcionar. E eu continuo sem ser atendida.
Alguém pode me ajudar, por favor?
terça-feira, outubro 05, 2010
Reclamação - Passaro Marrom
Eu acho incrível a capacidade que certas empresas têm de tratar mal os clientes. A Passaro Marrom é uma delas.
Hoje, eu estava esperando o ônibus para vir de São José dos Campos para Itajubá-MG, que deveria ter encostado na plataforma pouco antes das 07h30. E nada do ônibus. Ou melhor, tinha um ônibus encostado, com aquele letreiro "São Paulo/Itajubá", e nada de motorista.
Erro número 1: só o motorista pode receber os passageiros, conferir passagem, etc. Ah, é? Então alguém me explique o porquê de o motorista sempre sumir assim que encosta o ônibus, deixando uma fila enorme de passageiros esperando...
Erro número 2: Nesse caso específico, aquele não era o ônibus que tinha vindo de São Paulo. Não! O ônibus estava "vindo com problemas", mas só foram avisar os passageiros quando esta missivista já estava no auge da irritação.
Erro número 3: Nós, brasileiros, somos um bando de vacas de presépio. Toleramos monopólios (como é o caso das empresas de ônibus), maus-tratos por parte de quem deveria nos tratar bem (veja o setor de serviços em São José dos Campos, por exemplo!). Enfim, não temos o hábito de reclamar.
Erro número 4: O monopólio das empresas de ônibus. É incrível, mas monopólio existe! Em determinadas linhas (como é o caso de SP-SJC-Itajubá, entre outros exemplos!), o passageiro precisa se sujeitar a ser maltratado pela companhia de ônibus. Afinal, ele não tem alternativa.
Fica aqui meu protesto.
Hoje, eu estava esperando o ônibus para vir de São José dos Campos para Itajubá-MG, que deveria ter encostado na plataforma pouco antes das 07h30. E nada do ônibus. Ou melhor, tinha um ônibus encostado, com aquele letreiro "São Paulo/Itajubá", e nada de motorista.
Erro número 1: só o motorista pode receber os passageiros, conferir passagem, etc. Ah, é? Então alguém me explique o porquê de o motorista sempre sumir assim que encosta o ônibus, deixando uma fila enorme de passageiros esperando...
Erro número 2: Nesse caso específico, aquele não era o ônibus que tinha vindo de São Paulo. Não! O ônibus estava "vindo com problemas", mas só foram avisar os passageiros quando esta missivista já estava no auge da irritação.
Erro número 3: Nós, brasileiros, somos um bando de vacas de presépio. Toleramos monopólios (como é o caso das empresas de ônibus), maus-tratos por parte de quem deveria nos tratar bem (veja o setor de serviços em São José dos Campos, por exemplo!). Enfim, não temos o hábito de reclamar.
Erro número 4: O monopólio das empresas de ônibus. É incrível, mas monopólio existe! Em determinadas linhas (como é o caso de SP-SJC-Itajubá, entre outros exemplos!), o passageiro precisa se sujeitar a ser maltratado pela companhia de ônibus. Afinal, ele não tem alternativa.
Fica aqui meu protesto.
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