sábado, março 12, 2011

Intocáveis? Ah, Barbara...

Acabo de ler este texto de Barbara Gancia, e confesso que fiquei triste. Gosto dela, sempre lia com gosto seus textos, suas histórias do cãozinho Pacheco Pafúncio, entre muitos outros "causos" que ela conta.

Porém, o texto do link me decepcionou. Pelo fato de que ela, talvez por desconhecimento, acredita que as pessoas têm que escolher veementemente um meio de transporte (e que este seja o único que usarão para todo o sempre!). Pelo fato de que ela acredita que quem usa bicicleta quer impor este meio de transporte para todos. E pelo fato de ela achar que as bicicletas deveriam ser banidas do Brasil porque, afinal, não estamos em Amsterdã ou Copenhague.

O que vou contar aqui é a minha experiência como ciclista, puramente pessoal. Eu me alterno, até o momento, entre duas cidades: São José dos Campos (São Paulo, cidade grande, etc), onde ando a pé ou de ônibus; e Itajubá (Minas Gerais, ou "roça", como dizem os maldosos), onde ando a pé ou de bicicleta (ou de taxi, quando estou com malas).

Eis aqui o meio de transporte que uso em Itajubá:

Rosinha, no estacionamento do IEM-UNIFEI (Itajubá, Minas Gerais)
Atualmente a Rosinha está um pouco diferente: ela agora tem lanterna, sinalizador traseiro, além de uma garupeira onde quero apoiar um alforje para carregar meus livros e cadernos. E, sim, sempre que eu ando nela, uso capacete (rosa, combinando com a bicicleta).

Já me aconteceu até de usar vestido tubinho e salto alto para ir a uma reunião, e ir na Rosinha. Sim, pedalo de salto alto, por que não?

Mas este não é o ponto central deste texto. O que eu quero dizer é que sou tremendamente respeitada quando estou em cima da bicicleta. Sou a garota para quem pedem informação na rua. Sou a garota que para a bicicleta na praça para tomar um café e é automaticamente reconhecida pelos funcionários do café em questão (entre eu descer da bicicleta e chegar ao café, meu pedido já está pronto). Sou a pessoa que é ajudada nos cruzamentos, pelos motoristas.

Ou seja, sou a sortuda que mora numa cidade onde as pessoas se respeitam. Claro, existem exceções. Já aconteceu de um moleque ver minha bicicleta estacionada na calçada e derrubá-la, só para se exibir. Já me aconteceu de ser fechada por motocilistas, e até por caminhões (este episódio foi perigoso, eu estava na estrada, indo de Itajubá para outra cidade).

Mas no geral, até pelo uso do capacete e pelo fato de que eu sempre sinalizo o que vou fazer (seja uma curva, seja entrar diante de um carro), eu sempre sou respeitada no trânsito.

Então, digo às pessoas nas grandes cidades (em especial à Barbara Gancia) que o problema não está nos carros, ou nas vias impróprias para bicicletas. O problema está no individualismo que é tão comum nas cidades grandes.

Acho que o problema todo está em pessoas que acham que o mundo gira em torno de si próprias. Nas cidades européias onde a bicicleta é comum (mesmo em Paris, não existem "vias apropriadas para bicicletas", e o Velib é largamente utilizado - pesquise, Barbara!), o que existe é consciência do coletivo.

É isso que em cidades como São Paulo (ou Porto Alegre!), a população precisa aprender a cultivar!

Trem de alta velocidade tira mercado de aviões

Acabo de ler na página da Folha uma matéria muito interessante sobre a inflluência do TAV no mercado de aviação regional (vôos de curta duração). A matéria diz que a Embraer convocou um especialista para uma palestra a respeito do assunto, dirigida a seus funcionários. Também diz que a empresa não se manifestou a respeito da possibilidade de participar do leilão.

Provavelmente, a Embraer não deve entrar no leilão. Pelo menos, é a impressão que passa, de ser extremamente focada no mercado de aviação regional. Porém, desenvolver outras tecnologias, ampliando o leque de atuação da empresa, pode ser algo extremamente saudável.

Agora, opinião pessoal: o TAV não tira mercado da aviação regional. Na verdade, os aeroportos são um verdadeiro gargalo no Brasil, o que significa que o TAV representaria uma alternativa de transporte, ao invés de uma competição.

E o mais atraente no TAV é o fato de que ele atrai um público altamente específico: as pessoas que têm medo de avião. Ou as pessoas que têm muita pressa e não querem pegar filas nos aeroportos.

No meu entender, a "competição" alegada pelo especialista consultado pela Embraer nada mais é do que algo saudável, que estimularia melhorias nos aeroportos nacionais.

É esperar para ver.

Vazio

Estou aqui, me recuperando de várias fossas consecutivas (perda do emprego, começo de namoro com alguém que não prestava, fim do namoro com o imprestável por quem me apaixonei), e pensando sobre o que escrever. Mas não me vem nenhuma idéia.

Vazio? O que tirou de mim as idéias, o conteúdo? Ou será que a sensação de vazio é apenas uma manifestação de tristeza?

Quero começar a trabalhar. Aprender coisas novas. Criar. Me dar conteúdo novo de presente. Voltar a produzir.

Quero trabalhar tanto, que fique impossível pensar no passado. Que eu chegue ao ponto de esquecer um amor que foi embora, graças ao excesso de trabalho.

Quero trabalhar tanto, até que eu esqueça essa sensação de vazio que ficou em mim quando ele foi embora.

É possível?

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Atendimento pós-venda

Eu acho um absurdo, a quantidade de empresas que dizem que têm por "missão" satisfazer o cliente quando, na verdade, mal sabem lidar com o cliente.

Nesta semana passei por uma situação que é um perfeito indicativo do quanto estou certa.

Em 20/08/2010, comprei um roteador wireless, da D-link. Com 3 anos de garantia. O roteador durou até a semana passada.

Levei o equipamento 3 vezes na loja, uma certa Casa do Notebook, no Shopping Colinas, aqui em São José dos Campos. Lá, me disseram que, como o roteador tem 3 anos de garantia, se eu tivesse a nota fiscal, eles fariam a troca.

Quando cheguei à loja com o roteador e a nota fiscal, me disseram que eles só efetuavam a troca até 10 dias após a compra. Não sei o porquê, mas só lembraram disso quando viram a nota fiscal, ou seja, quando tiveram a confirmação de que eu realmente tinha direito à troca do equipamento.

Detalhe: fizeram uma conexão maluca lá, e disseram que estava tudo funcionando. Mas eu ligo o roteador aqui em casa e ele não funciona. Conclusão? A Casa do Notebook age de má fé com o cliente que tem problemas com os produtos que eles vendem.

Me mandaram ligar para o suporte da D-link. Estou desde ontem tentando falar com eles. Me largam tanto tempo na musiquinha que a bateria do meu telefone sem fio acaba. Já telefonei três vezes para lá, e eles me transferem de um departamento para outro. Sem me explicar como vão trocar meu aparelho.

Sim, porque depois de três telefonemas e 15 tentativas diferentes de "reconfigurar" o aparelho, ele continua sem funcionar. E eu continuo sem ser atendida.

Alguém pode me ajudar, por favor?

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Centrais de Atendimento, eu as detesto!

Queria saber o porquê de centrais de atendimento sempre tratarem as pessoas em atendimento como bolinhas de pingue-pongue.

Eu explico. Após a minha cabeça ter rolado ladeira abaixo da minha antiga empresa, "herdei" o convênio médico. Contanto que eu mesma pague, evidentemente.

Pois bem, o tal convênio envia os boletos quando quer. Resultado: recebi o boleto deste mês, e já teria que negociar a data porque estou dependendo de um depósito que ainda não recebi (claro, ainda sigo sem emprego, parece praga!).

Qual não foi minha surpresa quando vi que o pagamento de dezembro ainda estava em aberto...? Claro, fui procurar, e cadê o boleto de dezembro? Não recebi.

Então, a postura óbvia é telefonar para explicar a situação e tentar negociar. O problema é que, a cada número que eu disco, me mandam ligar para outro! Poxa, peraí, eu estou querendo pagar. Se eu não quisesse, nem teria telefonado.

Eu não sei se o pior é isso, ou se é ouvir a frase "estou em atendimento, queira aguardar por favor" seguida de silêncio absoluto.

Meu, o povo precisa aprender a atender decentemente...

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Santa Eficiência, BaTIMan!

Eu queria saber o motivo que leva a operadora TIM a ser tão ineficiente. Aliás, eu queria saber se o problema é só com eles, ou se é generalizado.

Calma, eu explico. Devido à minha dureza franciscana (se alguém aí tiver trabalho remunerado para mim, agradeço imensamente!), tive que postergar o pagamento de duas contas de celular. Paguei as duas hoje.

O problema é que, para religar, dizem na operadora que preciso aguardar 72 horas úteis (de acordo com a gravação) ou 4 dias úteis, de acordo com o manézinho que me atendeu.

Detalhe: eu quero cancelar uma das linhas, pois não estou usando as duas. Segundo o rapaz que me atendeu, preciso aguardar 4 dias para poder solicitar o cancelamento. Segundo ele, é por conta do "prazo de compensação bancária".

Peraí: compensação bancária leva, no máximo, dois dias. Minha mãe trabalhou em banco, e sempre me falou que, no tempo dela (ou seja, o tempo dos microfilmes, aquela época em que computador era sonho de menina-moça), a compensação levava dois dias para acontecer. Imagino que esse prazo não tenha aumentado, e sim diminuído.

Então, eu pergunto: pra quê os dois dias extras exigidos pela TIM?

Eu mesma respondo: INEFICIÊNCIA PURA E SIMPLES.

Termino com nova pergunta: é só a TIM, ou o problema é generalizado?

sexta-feira, janeiro 14, 2011

Depressão!

Quando eu fui estudar engenharia (mecânica, ainda por cima!), achei que era uma profissão que dava algum retorno.

Pois bem, trabalhei por 9 anos na mesma empresa. Até que um belo dia o "casamento" acabou e o acordo foi que a empresa entrou com o pé, e eu entrei com a bunda. Isso foi há 9 meses. É, o nove é um número de azar na minha vida, pelo visto!

O que me mata é que eu já mandei vários currículos, e geralmente nem tenho resposta. Isso me deixa indignada, a impressão que dá é que as empresas de RH pensam que "já que está desempregada, que se foda". Dar resposta para alguém que está há tanto tempo sem emprego? Ah, deixa morrer de fome logo de uma vez.

Quanto mais tempo eu fico desempregada, mais eu acho que o RH deveria se chamar RD: Recursos Desumanos. Sim, porque esse tipo de atitude, essa falta de contato, por parte das empresas, é algo que mata qualquer cidadão de angústia.

Outra coisa que me deprime é que, apesar de "faltar engenheiro" no mercado, eu já mandei "trocentos" currículos e a única coisa que apareceu foi fora da minha área e, detalhe: para receber por comissão. E eu ainda teria que mudar de cidade...

Meu caso tem solução, ou eu devo migrar logo pro cemitério de elefantes?

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Cena triste

Depois de uma crise de idéias (que relato no blog Cafanews), uma idéia se materializou na minha frente. Mas não é nada apropriado para o blog supra-citado...

A idéia se materializou na forma de uma cena muito triste. Um senhor, amputado das duas pernas, buscando um lugar para passar com sua cadeira de rodas na Starbucks do Pátio Higienópolis. Vi que, muitas vezes, um lugar pode ser lindo. Mas extremamente restrito. Ou restritivo...

Vi que, apesar dos problemas que estou vivendo hoje, não tenho muito do que reclamar. Meus problemas têm solução. Já uma perda comparada à que esse senhor sofreu (da capacidade de andar). Bom... isso sim é para entristecer.

Vi que, mesmo num momento ruim, dá para manter o astral. O senhor estava na maior dificuldade, eu empurrei minha cadeira para diante, para ceder algum espaço para a passagem dele. Ele teve a simpatia e delicadeza de parar para uma breve troca de palavras.

Ou seja, vi que sofrimento não é sinônimo de antipatia.

Se eu fosse listar tudo que dá para aprender em uma situação dessas, o texto ficaria mais longo do que já está. Paro por aqui.

terça-feira, novembro 23, 2010

Está chegando!

Pois é... depois de muito estresse, muitas repetições de frases como "eu não vou conseguir". "eu vou desistir", está chegando a grande hora:

Ingressos à venda no Azukar Studio de Dança: av. Perseu, 110, Jardim Satélite (São José dos Campos-SP).

terça-feira, novembro 09, 2010

Espetáculo "Sentidos" - Azukar Studio de Dança

Já estão à venda os ingressos para o Espetáculo "Sentidos", do Azukar Studio de Dança.




O espetáculo será no Teatro Municipal de São José dos Campos-SP, e será apresentado nos dias 27/11 e 28/11, às 17h e às 20h30. Ingressos à venda no Azukar Studio de Dança (Av. Perseu, 110, Jardim Satélite), com preços promocionais até 13/11.

Ah, sim, detalhe à parte: claro que esta blogueira vai dançar no espetáculo! Você vai perder a cena?

quarta-feira, novembro 03, 2010

#vadebike Momento "Spread the love"

Hoje eu estava voltando de bicicleta de uma rápida ida à rodoviária (onde tinha ido comprar minha passagem de volta para S. José dos Campos). Descia um pequeno morro, quando vi um carro parado na esquina, aguardando para prosseguir.

Não sei o motivo, mas ao ver que era um jovem soldado, com direito a roupa camuflada, no volante, imaginei que talvez ele estivesse com pressa para voltar ao Batalhão. Parei. Ele queria me dar passagem, eu cedi a passagem a ele. Porém, vinham três carros descendo rápido, e fiz sinal para que ele esperasse, e avisei quando não vinha mais nenhum carro na descida.

O que ganhei com isso? Três sorrisos: o do rapaz a quem cedi a passagem, e os sorrisos do casal que vinha no carro de trás. Aliás, o motorista desse segundo carro me cedeu a passagem.

Espero que essa pequena troca de gentilezas tenha sido tão benéfica aos outros quanto foi para mim. Cheguei bastante sorridente à Universidade.

segunda-feira, outubro 25, 2010

Ai que medo!

Estou neste momento aguardando na sala de espera de uma dessas clínicas de radiologia e ultrassonografia. Vou fazer um exame "de rotina".

Rotina, ma non troppo! Quem lê meu outro blog, o de tricô, deve ter acompanhado a minha epopéia de 2008/2009: tive um tumor no seio (lado direito). Tive uma sorte tremenda, porque além de estar ainda no comecinho (e bastante pequeno), estava tão superficial que em um auto-exame simples eu conseguiria perceber.

Lição aprendida número 1: eu não fazia auto-exame, quem "pegou" o tumor foi minha médica.

A saga consistiu de um ultrassom (que pegou "somente" quatro nódulos, uma mamografia (que não acusou absolutamente nada!), uma biópsia (e um dia de afastamento no trabalho, contra minha vontade!), e DUAS cirurgias. A primeira, para tirar o nódulo. A segunda, para tirar mais tecido porque havia suspeita de "células anormais" em torno do tumor retirado.

Lição aprendida número 2: mamografia em tecidos muito jovens não acusa merda nenhuma!

Pois bem, duas cirurgias, três viagens mochileiras e uma demissão depois, aqui estou eu, fazendo o ultrassom santo de todo semestre. E me pelando de medo, assumo.

Desejem-me sorte!

quinta-feira, outubro 21, 2010

Tweet It!

Engraçado, meu namorado me passou este vídeo e disse que é a minha cara. Primeiro, porque eu sou "tuiteira". Segundo, porque eu sou MacManíaca (adoro meu iPhone!).

Mas o motivo principal é que a música está EXCELENTE!



Lindo! Michael Jackson teria adorado! Essa foi a melhor versão que eu ouvi para "Beat It" depois da gravação do Milton Nascimento!

terça-feira, outubro 19, 2010

Reencontros!

Tudo bem que estou em uma cidade pequena de MG. Tudo bem que morei aqui dos 9 aos 22 anos. Eu entendo que seja natural reencontrar muita gente, até porque em muitos casos eu fui atrás dos antigos "contatos", para avisar que, ei, estou de volta!

Mas ontem passei por uma situação que me deixou um bocado emocionada. Eu estava, pra variar, no Café do Vadinho, e eis que senta ao meu lado uma moça, muito bonita. Eu olhei para ela e já percebi logo que era uma ex-colega, dos tempos de colégio. Não mudou nada. Continua com o mesmo rostinho de boneca, loira dos olhos claros, e o mesmo sorriso de sempre.

E cadê coragem para falar com ela? Lá pelas tantas, criei coragem e a abordei:

"Desculpe interromper, mas por acaso seu nome é Daniella?".

Ela respondeu que sim, e eu perguntei se o sobrenome dela era (...). Era.

Emendei na hora: "Você não deve estar me reconhecendo, sou eu, Milena. Do Colégio das Irmãs. Milena, a encrenqueira."

No que citei o colégio, ela lembrou. E já emendou mandando um "encrenqueira, não! Melhor aluna da turma, sim!"

O resultado é que um inocente café de fim de tarde, olhando para a pracinha da cidade, virou um reencontro, com lembranças hilariantes dos tempos de colégio. Por exemplo, o professor de matemática, que tinha aquela tremenda cara de bravo. Ou a diretora do colégio, com a eterna cara de séria (que vira um sorriso enorme depois que nos tornamos ex-alunos e levamos o nome do colégio para todo lado!).

Enfim, estou emocionada até agora.

sexta-feira, outubro 15, 2010

Eu adoro a França...

Pois é, eu sou apaixonada por aquela terra. Mesmo sabendo da obsessão tipicamente francesa por greves.



Chorei de rir quando li a notícia do link abaixo:



http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/10/refinarias-e-escolas-param-na-franca-contra-reforma-da-aposentadoria.html



São 12 refinarias paralisadas na França, por conta de uma greve contra reformas propostas por Sarkô para endurecer um bocado o sistema francês de aposentadoria.



Bom, o leitor deve estar pensando: "ah, são só 12 refinarias...". O problema é que uma delas abastece Orly e Roissy, os dois principais aeroportos da França. Orly tem estoque de combustível para 17 dias, enquanto Roissy tem combustível suficiente para o final de semana.



Não bastando isso, a SNCF (empresa de transporte ferroviário, que seria o socorro dos franceses ou estrangeiros que necessitassem viajar, sei lá, a trabalho) também está em greve.



Só lembrei da história do vulcão islandês que deixou sei-lá-quantos aeroportos fechados na Europa. Mas ali, pelo menos, era uma situação causada pela Mamãe Natureza.

Neste caso, tudo bem, eu compreendo a ira dos franceses. Sou solidária a eles. Mas, porém, todavia... precisam foder com a vida de todo mundo por causa disso?

Blog Action Day 2010 ou "Água Potável for Dummies"

Pois é... hoje é o Blog Action Day 2010, e a toupeira aqui não pensou num bom texto porque está com "trocentos" trabalhos atrasados no mestrado. Os trabalhos atrasados acabaram por atrasar outras coisas.

Portanto, Vossas Senhorias terão que aturar um pequeno improviso.

Ao buscar informações sobre o tema da escassez de água potável, fiquei estarrecida. Claro, eu sabia que as regiões mais pobres do planeta são as mais afetadas (como boa parte da África ou certas periferias urbanas brasileiras, nas quais o esgoto corre a céu aberto). Claro que eu também já sabia de toda a quantidade de doenças que podem advir da água não-tratada.

Mas o que me chocou foi refletir sobre o problema e chegar à conclusão de que é algo tão simples de resolver (pelo menos aparentemente!), mas mesmo assim há um completo descaso por parte de autoridades. Que fazem sempre belos discursos demagógicos sobre, sei lá, a fome na África, mas... mas... esquecem de algo importante: quem come, também tem sede.

Esquecem que a água também está incluída nas "necessidades fisiológicas" da pirâmide de Maslow.

E me surpreende saber que num país como o Brasil (convenhamos, apesar das desigualdades sociais existentes, estamos longe de ser um país paupérrimo!), ainda existam lugares sem tratamento de água e esgoto.

Para quem não sabe, o tratamento de água e resíduos é composto das seguintes etapas:

1. Pré-tratamento: é a separação dos resíduos sólidos mais grosseiros (tipo aquela garrafa PET que o senhor, EU VI, acabou de jogar na beira do rio! Eu vi! Não adianta mentir!)
2. Tratamento Primário: Após o pré-tratamento, a água continua praticamente a mesma porcaria de antes. Então, o tratamento, mesmo, começa ao ser feita a sedimentação de resíduos através de um mecanismo conhecido como floculação. Lembro vagamente de visitar a ETA de Atibaia quando era criança, e falaram em um óxido que era usado nesta etapa, se não me falha a memória.
3. Tratamento Secundário: é um tratamento biológico, no qual micro-organismos "carnívoros" consomem a matéria biológica presente na água. Lembra da história da bactéria comedora de petróleo? Pois é, é o mesmo princípio. Depois disso, os micro-organismos também são eliminados da água através de nova sedimentação.
4. Tratamento Terciário: outro processo de desinfecção das águas, seja para eliminação de organismos patogênicos (lembra do vibrio cholerae?) ou elementos como azoto ou fósforo, antes de liberar a água para consumo.

Agora, eu pergunto às "otôridades". Esse processo é tão caro assim que impossibilite maior número de ETAs para todo lado?

Duvido muito.

quinta-feira, outubro 07, 2010

#CycleChic

O movimento #CycleChic surgiu, claro, na Dinamarca. Estou para ver um lugar com maior concentração de ciclistas do que Copenhague. Basta dar uma olhada nestas fotos.

Eu acho isso lindo. Acho muito bonito ver as pessoas bem vestidas na rua, em suas bicicletas super-vintage.



Acabo de descobrir que a Rosinha está perfeitamente enquadrada no Manifesto Cycle Chic.

Clicou no link? Leu o manifesto? Agora dê uma olhada de novo na Rosinha.

Ela é ou não é estilosa? Parece comigo, não é? E ela é maravilhosa como meio de transporte. Super-confortável, além de linda!

terça-feira, outubro 05, 2010

Reclamação - Passaro Marrom

Eu acho incrível a capacidade que certas empresas têm de tratar mal os clientes. A Passaro Marrom é uma delas.

Hoje, eu estava esperando o ônibus para vir de São José dos Campos para Itajubá-MG, que deveria ter encostado na plataforma pouco antes das 07h30. E nada do ônibus. Ou melhor, tinha um ônibus encostado, com aquele letreiro "São Paulo/Itajubá", e nada de motorista.

Erro número 1: só o motorista pode receber os passageiros, conferir passagem, etc. Ah, é? Então alguém me explique o porquê de o motorista sempre sumir assim que encosta o ônibus, deixando uma fila enorme de passageiros esperando...

Erro número 2: Nesse caso específico, aquele não era o ônibus que tinha vindo de São Paulo. Não! O ônibus estava "vindo com problemas", mas só foram avisar os passageiros quando esta missivista já estava no auge da irritação.

Erro número 3: Nós, brasileiros, somos um bando de vacas de presépio. Toleramos monopólios (como é o caso das empresas de ônibus), maus-tratos por parte de quem deveria nos tratar bem (veja o setor de serviços em São José dos Campos, por exemplo!). Enfim, não temos o hábito de reclamar.

Erro número 4: O monopólio das empresas de ônibus. É incrível, mas monopólio existe! Em determinadas linhas (como é o caso de SP-SJC-Itajubá, entre outros exemplos!), o passageiro precisa se sujeitar a ser maltratado pela companhia de ônibus. Afinal, ele não tem alternativa.

Fica aqui meu protesto.

sexta-feira, outubro 01, 2010

#pergunteaoserra

Sobre a famigerada carga tributária brasileira, tenho uma pergunta:

1. A gente paga imposto sobre todos os produtos comprados;
2. A empresa paga imposto pelo produto que fabrica E pela matéria que compra;
3. O assalariado paga imposto de "renda" retido na fonte.

Fora outras tributações por aí afora.

Esta brasileira que cá escreve perde o emprego e, na hora do aperto, recebe 5 parcelas de 954 reais. Isso, numa cidade de custo de vida altíssimo.

A minha pergunta é:

Cadê o imposto que eu paguei por 9 anos?

quinta-feira, setembro 30, 2010

Acho que consegui fazer a reconstituição do tombo...

Pois é.

Uns dois posts atrás, eu mencionei o fato de que levei um tombaço de bicicleta. Rachou o capacete (da Prowell, uma marca excelente!), e foi por pouco que a coisa não foi mais séria.

Dois dias depois, estou no blogger narrando a história. A última coisa que me lembro de ver antes de cair foi um ponto de ônibus, onde dois caras estavam parados. Um deles, inclusive, estava rindo. Lembro nitidamente de ouvir alguém me chamando (tenho quase certeza de que ouvi meu nome).

Pelo que entendi, os caras do ponto de ônibus mexeram comigo, eu fui olhar, e como estava entrando numa curva, não vi uma pedra cortada logo acima da minha cabeça. Foi onde eu bati, e caí da bicicleta.

Os mesmos caras que mexeram comigo queriam me levantar de qualquer jeito. Detalhe: eu estava inconsciente (não se mexe numa pessoa acidentada, sob hipótese nenhuma! Lição número 1 de ex-brigadista...). O pessoal com quem eu ia para a trilha não deixou, ainda bem.

Como eu disse, a última coisa de que me lembro é de ter visto os caras no ponto de ônibus. A lembrança seguinte é de ouvir minha própria voz xingando um palavrão meio violento (sendo chamada de boca-suja logo em seguida).

O interessante é que, depois, um dos meus amigos estava contando a história para um conhecido nosso, e esse conhecido falou "sim, eu sei quem é! Sempre vejo a moça indo pra faculdade, ela sempre está de capacete!".

Agora, mais do que nunca, eu sei a importância disso.

E, para finalizar, fica uma pergunta: será que os caras que mexeram comigo vão pensar duas vezes daqui pra frente, antes de fazer esse tipo de coisa?

Depois do susto, algo para rir

Depois do meu tombo de rachar o capacete (não gosto de lembrar, mas recordar é viver...), deixo aqui algo para fazer o povo rir!

quarta-feira, setembro 29, 2010

Coisas que aprendi em cinco minutos.

Ontem, ao me dirigir a uma trilha com os amigos de bike, sofri um acidente. Foi feio, mas menos do que aparentou.

Dessa história, após os cinco minutos de inconsciência, aprendi algumas coisas importantes. A primeira delas foi a importância de ítens de segurança. Se não fosse o capacete que eu usava na hora, eu não estaria aqui escrevendo.

Também aprendi que é importante não ser um ciclista solitário. Se não fosse o grupo com quem eu estava, não sei o que teria ocorrido. E, desta lição, tiro outra: os amigos de verdade não nos abandonam, jamais!

Tive a prova disso em vários momentos: quando a Márcia foi me acompanhando até o hospital; quando a Dona Cida ficou comigo até uma enfermeira gentilmente pedir que ela se retirasse; quando Felipe se ofereceu para ficar comigo em casa, caso eu precisasse; quando a Rosângela e o Mateus foram levar roupas e documentos para mim... Enfim, fui amparada por muita gente!

Outra coisa que percebi foi que eu nasci de novo. Cada vez que eu olho para o capacete rachado, me pergunto o motivo de Deus ter sido tão bom, pois eu saí dessa apenas com dor de cabeça e alguns arranhões. Eu realmente nasci de novo.

Então, peço a todos que andam de bike que, por favor, nunca esqueçam os itens de segurança. Principalmente o capacete.

sexta-feira, setembro 24, 2010

Presentinho no box

Depois de ter saído da universidade às 19h15 (fiquei ajudando um amigo com um trabalho) e após algumas visitinhas familiares aqui na cidade, fui para "casa".

Não é bem "casa". Eu divido um quarto num apartamento. Bastante apropriado para essa vida de estudante pobre-star que venho levando. Somos em 4 pessoas (a dona da casa, um sobrinho, eu e minha colega de quarto), e uma gata.

Eis que chego da maratona de ontem, louca por um banho ("nóis é pobre, mas é limpinho", como dizem por aí). Ainda bem que, por causa da gata, eu uso chinelo o tempo todo. Até no banho.

A gata tinha deixado uma "lembrança" no box.

Como pão com manteiga de pobre sempre cai com a manteiga para baixo, eu só fui me dar conta do presentinho depois que já tinha pisado nele e espalhado o produto por todo o resto do banheiro.

Avisei a colega de quarto, ela jogou um balde d'água no box.

Só que a gente esqueceu do restante da área da "sala de banhos". Hoje cedo, eu quase passei mal com o cheiro. Foi a conta de voltar correndo pro quarto, deitar na cama e respirar bem fundo. Respirei, a náusea passou, levantei e vim para a universidade.

É dura, essa vida de pobre-star...

quinta-feira, setembro 23, 2010

Oh my God...

Cá estou, às voltas com uma lista de exercícios de probabilidade. Está uma tremenda briga. Por enquanto, o placar é 10x0 para a distribuição beta.

Fui atrás do meu professor para tirar as dúvidas, mas ele estava ocupadíssimo.

Como diria a velhinha da propaganda dos tapetes Tabacow: "que fazer eu?"

terça-feira, setembro 21, 2010

Canseira...

Pois é. Neste fim de semana, era para eu ter feito uma lista de exercícios de métodos probabilísticos e confiabilidade (fora a de teoria da elasticidade, que eu esqueci!). Mas fui pra balada... e estou sentindo o cansaço até agora!

Tá certo que eu ainda fiquei estudando até altas horas da madrugada de ontem, o que não me ajudou muito a melhorar. Tá certo que eu acordei super-cedo hoje, porque tinha que viajar para a cidade onde estou estudando.

Mas, porém, todavia... isso não anula o fato de que foi após a balada que eu fiz a triste descoberta de que, sim, eu sou uma balzaquiana cansada...

segunda-feira, setembro 20, 2010

Reeducação da terceira idade...

Acho engraçado que, ultimamente, os vovôs andam bem sem-educação.

Eu compreendo perfeitamente que um senhor idoso que quer, com todo direito, passar à minha frente na fila resolva colocar a mão no meu ombro e pedir licença (a mão no ombro é porque a autora está de fone de ouvido).

Agora, daí a me empurrar e não pedir licença, vai uma diferença bem grande.

Será que, além de toda a trabalheira para educar a juventude, a gente ainda vai ter que se dar o trabalho de reeducar a terceira idade?

Só faltava essa...

quinta-feira, agosto 26, 2010

No meu, ou no seu?

Vejam o que uma conversa fora de contexto pode fazer....

Tudo começou com uma conversa sobre passar dados através de pen drive. Um pergunta para o outro:

- No meu, ou no seu?

E a resposta:

- Pode ser no meu.

O outro responde com outra pergunta:

- Mas cabe?

E o dono do pen drive:

- Cabe sim, está limpinho, limpei hoje de manhã.

quinta-feira, agosto 12, 2010

Mestrado

Pois é, depois da minha demissão (convenhamos, por absoluta estupidez de quem resolveu que eu não servia mais para trabalhar "lá"), comecei a fazer mestrado em MG.

Voltei para a cidade onde vivi dos 9 aos 22 anos. Não imaginava nunca, mas o aumento na minha qualidade de vida foi tão grande quanto a redução do meu salário anterior para a bolsa de mestrado.

Eu posso chegar a pé em qualquer lugar da cidade... mas ando preferindo a bicicleta. É o meio de transporte oficial da cidade, e eu chego mais rápido (e menos cansada) aos lugares.

Ou seja, voltei a estudar e estou fazendo exercício à beça. Mente sã em corpo são.

Só alegria...

quinta-feira, junho 18, 2009

É dura, essa vida de pobre-star...

Solteira, já na casa dos 30. História típica de uma Bridget Jones, exceto pelas bebedeiras desta última (fora isto, até a briga eterna contra a balança é a mesma!).

Trabalhando o dia todo, em jornadas de trabalho que totalizam 44 horas semanais, ela ainda tem que ir pra academia malhar (afinal, as concorrentes são menininhas de 20 aninhos com tudo no lugar!), e achar tempo para se cultivar um pouco: ler, ouvir e fazer música...

E onde fica o tempo pra arrumar a casa? Fim de semana, claro. Só que a solteirona balzaquiana adora viajar, e não para muito em casa, nem mesmo nos finais de semana. Quando resolve parar, marca hora para uma faxineira ir num domingo. Porque tem que acompanhar, afinal, a faxineira não sabe os hábitos da moça, que já não tem mamãe viva para ajudar a coordenar a vida da casa. Aliás, a falta da mãe é o principal motivo da desordem que reina no apartamento da balzaca.

Dá pra pregar uma placa na porta do apartamento, com o verso dantesco 'Deixai toda esperança, ó vós que entrais'.

O problema: a balzaca vai receber meia tonelada de hóspedes, amanhã!

Alguma sugestão?

terça-feira, junho 24, 2008

Almoço psicodélico

Depois de um longo e tenebroso inverno, finalmente acho alguma coisa interessante pra escrever...

Tudo começou com esta missivista tentando achar uma mesa para almoçar no refeitório da fábrica. Pois bem, a jovem (!!!) em questão encontrou a mesa, viu uma carinha conhecida por lá e se aboletou para almoçar (gente do céu, era peixe, opcão bife-sola-de-sapato!).

De repente, aparece mais uma carinha conhecida... e aí o papo começou a engrenar. Lá pelas tantas, um dos integrantes do grupo comenta algo a respeito de "água sensível", dizendo que as moléculas da água têm diferentes manifestações de acordo com as palavras e sentimentos que dirigimos a ela.

Um colega resolveu aproveitar o embalo para expor sua teoria a respeito do que acontece quando a vida termina. Segundo ele, a vida vai se dissipando ao longo do tempo e (se bem entendi), de acordo com o princípio de Lavoisier, ela tem que ir pra algum lugar. Ele chama esse lugar de "Capacitor Celestial".

Foi quando esta missivista surtou de vez, dizendo que então, essas vidas que vão para o Capacitor Celestial são novamente vividas, dissipadas, e "sugadas" para algum lugar, ad aeternum.

Segundo o autor da teoria, "aí estamos entrando no terreno do espiritismo". Respondi que não necessariamente. Afinal de contas, eu não mencionei se acreditava ou não em metempsicose (expressões de espanto em torno de mim! O que é isso? Meter o quê????). Calma, gente, é só a possibilidade de reencarnar seja como humano, bicho ou vegetal (é isso mesmo!).

Durante a nossa longa discussão a respeito de para onde vão as vidas e como fazê-las voltar, alguém inseriu no contexto um certo Babelfish, um peixinho que se alimenta de ondas cerebrais e que, bastando colocá-lo no ouvido, nos faz compreender qualquer idioma (ver "O Guia do Mochileiro das Galáxias"). Eu saquei o protetor auricular (o quê? Pro ouvido não tomar sol?) e mostrei meu protótipo do Babelfish... pronto, achamos um novo apelido para a "cenourinha". Melhor que o apelido arrumado pelo meu chefe, que chama o protetor de "OB de ouvido"...

Quando o colega que falou no Babelfish saiu pra buscar mais comida (segundo os outros, ele é vegetariano e por isso almoça em prestações), a turma toda começou a falar em vegetarianismo. Acontece que o vegetariano em questão é um ovolactovegetariano, ou seja, além de vegetais, ele come leite e derivados, e também ovos. Graças a este fato, entramos num longo questionamento sobre quem veio primeiro, o ovo ou a galinha. Ou melhor dizendo, a questão era se o ovo da granja é um ovo fecundado ou não.

Argumentação do vegetariano: lógico que não é fecundado, pensem em quantos ovos são produzidos numa granja, coitado do galo, na primeira manhã de funcionamento da granja ele seria encontrado morto, com um sorriso nos lábios (digo, no bico!), e seria enterrado sob uma lápide: "Aqui jaz um galo feliz"...

Lembrei que o galo, na verdade, está lá para a reprodução de matrizes. O quê? Transposição de matrizes? Além de feliz, o galo ainda é matemático? Não, gente, é reprodução, mesmo... Coitado do galo, estão querendo transformar o pobre em nerd matemágico... Vixe, nesse meio-tempo, ainda teve alguém que falou em matrizes peludas... ficamos conjecturando sobre galináceos peludos com bocas sorridentes...

Depois de toda essa divagação, o autor da teoria do Capacitor Celestial pensou na possibilidade de criar bichos domésticos para trabalhar por nós, e eu pensei na possibilidade de uma revolta dos bichos. Um dos colegas lembrou "A Revolução dos Bichos", de George Orwell, dizendo que o chefe seria um porco...

E eu lembrei que o chefe já é um porco? Como assim? Ah, é que deve existir um porco que fica vigiando o Capacitor Celestial, será que ninguém percebeu isso ainda?

E, claro, descobrimos que é o porco do Pink Floyd.

Aliás, ele está aqui agora, junto com o galo peludo! Vieram pesquisar os efeitos colaterais do almoço psicodélico de hoje!

terça-feira, março 04, 2008

Fim de semana em Sampa

Fui a São Paulo no fim de semana, para encontrar um pessoal amigo meu que mora lá. Encontrei um amigo, Ronaldo Alvarenga, com quem estava falando das minhas angústias por não ter nem mestrado, e muito menos doutorado, na minha área... e nem sentir vontade de fazer.

Ele me respondeu com uma piadinha, de uma comédia stand up de autoria dele:

"O problema da música brasileira contemporânea é a seguinte: quem sabe faz, quem não sabe rege, quem sabe menos ainda compõe e, quem não tem mesmo a menor idéia, está terminando o doutorado"...

É... me consolou um pouco. Pena que eu acho que, em engenharia, a coisa é diferente... posso chorar ali no cantinho?

segunda-feira, setembro 03, 2007

Conselhos de uma mulher mais velha para as aborrescentes...

Olá! Depois de muito tempo, resolvi escrever um pouquinho, contando a cena ridícula que vi hoje, na ante-sala de um consultório médico, e dando conselhos para a jovenzinha que protagonizou a cena.

Como eu ia dizendo, estava na ante-sala do consultório. Estava eu, bonitinha, arrumadinha, de vestido discreto, preto, depois do trabalho (do qual saí para ir à médica que trata do meu pobre e fraco fígado)... aguardando minha consulta, quando apareceu uma mocinha de seus 18 ou 19 anos, e sentou-se à minha frente. Imediatamente ela começou a alisar e dar beijinhos no rapaz ao lado, cuja presença eu nem havia notado, porque estava completamente absorta em meu tricô.

Aí, claro, não pude deixar de notar a cena... e, claro, comecei a fazer minhas análises dos erros da mocinha. Alguns deles eu já cometi, outros eu vi amigas cometerem. Então, resolvi escrever a respeito.

1. A jovenzinha começou a se pendurar no jovem namorado, como se fora um cão marcando território. O primeiro erro dela foi, certamente, pensar que eu seria uma "devoradora de homens" só por estar relativamente bem vestida e, claro, sozinha. O segundo erro (e o pior, claro!), foi a reação: ao se pendurar no jovem, ela deu uma claríssima demonstração de ciúme sufocante. E isso, claro, é jogar o jovem nos braços (para não dizer na cama...) de outra. Que não será, necessariamente, a megera que está na frente do jovem casal na ante-sala do consultório.

2. O rapaz não estava nem aí para minha pessoa. Estava mais preocupado em ver o filme que estava passando na TV. E a mocinha, imediatamente, catou uma revista de fofocas e começou a falar ininterruptamente na orelha do pobre (sempre se pendurando nele, marcando território). Isso eu aprendi por experiência própria: tem momentos em que um homem precisa de silêncio. Tem momentos em que ele simplesmente não está interessado em saber o que a mocinha ao lado quer contar, principalmente se for fofoca de celebridades... o que era o caso. Claro que a mocinha estava querendo desesperadamente atrair a atenção do jovem e ele, evidentemente, estava fazendo ouvidos moucos, mais interessado em saber que os turistas já tinham fugido de Honduras por conta da chegada iminente do furacão Felix.

3. A mocinha deu claras demonstrações de insegurança por conta da minha presença (ela me olhava fixamente enquanto dava suas demonstrações de ciuminho de adolescente). Mas se esqueceu de uma coisa importantíssima: mulher que se preze confia em si própria. Ela esqueceu alguns detalhes, por exemplo: eu estou com o rosto cheio de espinhas (ah, hormônios!), enquanto ela tinha a pele perfeita e lisa; eu tenho quase 30 anos, enquanto ela provavelmente tem uns 18 (idade que, certamente, o jovenzinho ao lado deve preferir, devido à sua aparente pouca idade); eu podia estar bem vestida, mas ela é certamente muito mais magrinha e elegante do que eu (embora estivesse vestida com essa ode ao mau gosto chamada "jeans de cintura baixa"). Enfim, talvez por conta da pouca idade, não sabe que, quanto menos auto-confiança, mais ciúme. E quanto mais ciúme, maior a chance de ela espantar o moçoilo...

4. O fato de o rapaz quase não dirigir a palavra à mocinha não significa que ele não a ame... mas simplesmente que queria ficar em silêncio naquele momento. E a insistência em falar, falar, falar, isso assusta. E muito!

Então, a quem a "carapuça" servir (ou seja, a quem essa história servir de aprendizado), que faça algum proveito das dicas acima...

segunda-feira, julho 02, 2007

Essa foi perfeita!

Piada ouvida (e recontada) por Fernando Gabeira, no aeroporto de Brasília:

"Do jeito que está, nessa de relaxa e goza, atraso de uma hora já é ejaculação precoce"

quinta-feira, junho 28, 2007

Momento Nostálgico

Estava ouvindo uns CDs com músicas do Chico Buarque, e "dei de cara" com "Geni e o Zepelim". Me deu uma saudade das aulas de história do terceiro colegial... meu professor cantava essa música, era divertidíssimo, além de excelente professor, ele era um intérprete genial!

Então, em homenagem ao professor Gilberto, deixo aqui a letra da música:

"De tudo que é nego torto
Do mangue e do cais do porto
Ela já foi namorada.

O seu corpo é dos errantes
Dos cegos, dos retirantes
É de quem não tem mais nada.

Dá-se assim desde menina
Na garagem, na cantina
Atrás do tanque, no mato.

É a rainha dos detentos
Das loucas, dos lazarentos
Dos moleques do internato.

E também vai amiúde
Co'os velhinhos sem saúde
E as viúvas sem porvir.

Ela é um poço de bondade
E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir
Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni!

Um dia surgiu, brilhante
Entre as nuvens, flutuante
Um enorme zepelim
Pairou sobre os edifícios
Abriu dois mil orifícios
Com dois mil canhões assim.

A cidade apavorada
Se quedou paralisada
Pronta pra virar geléia
Mas do zepelim gigante
Desceu o seu comandante
Dizendo
- Mudei de idéia
- Quando vi nesta cidade
- Tanto horror e iniqüidade
- Resolvi tudo explodir
- Mas posso evitar o drama
- Se aquela formosa dama
- Esta noite me servir!

Essa dama era Geni
Mas não pode ser Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni!!!

Mas de fato, logo ela
Tão coitada e tão singela
Cativara o forasteiro.

O guerreiro tão vistoso
Tão temido e poderoso
Era dela, prisioneiro.

Acontece que a donzela
- e isso era segredo dela
Também tinha seus caprichos
E a deitar com homem tão nobre
Tão cheirando a brilho e a cobre
Preferia amar com os bichos.

Ao ouvir tal heresia
A cidade em romaria
Foi beijar a sua mão.

O prefeito de joelhos
O bispo de olhos vermelhos
E o banqueiro com um milhão
Vai com ele, vai Geni
Vai com ele, vai Geni
Você pode nos salvar
Você vai nos redimir
Você dá pra qualquer um
Bendita Geni!!!

Foram tantos os pedidos
Tão sinceros, tão sentidos
Que ela dominou seu asco.

Nessa noite lancinante
Entregou-se a tal amante
Como quem dá-se ao carrasco.

Ele fez tanta sujeira
Lambuzou-se a noite inteira
Até ficar saciado.

E nem bem amanhecia
Partiu numa nuvem fria
Com seu zepelim prateado
Num suspiro aliviado
Ela se virou de lado
E tentou até sorrir.

Mas logo raiou o dia
E a cidade em cantoria
Não deixou ela dormir.

Joga pedra na Geni
Joga bosta na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni!!!!!

segunda-feira, junho 25, 2007

Destilando meu veneno...

É hoje que eu vou ser processada por vilipêndio à religião alheia (inclusive, aquela em que fui criada!).

O negócio é o seguinte: estou sozinha em casa, segunda-feira à noite, sem pai, sem mãe (ambos já morreram), o idiota do meu ex resolveu me largar na fase terminal da doença da minha mãe, e eu acabei de descobrir que o cara de quem eu estava afim está, na verdade, atirando pra todo lado, e não propriamente interessado em mim!

Pra me "ajudar", uma "amiga" insiste em me dizer que eu tenho que "rezar" e "pedir a Deus" que me mande o "companheiro certo".

Agora vem a parte do vilipêndio à religião: se esse tal de Deus existe, e todo mundo diz que é "onipresente" (está em todo lugar), onisciente (conhece tudo) e onipotente (pode tudo) por quê eu tenho que ficar "pedindo" e lembrando esse cara de que eu estou sofrendo e quase ficando louca de solidão?

Dá pra alguma pessoa sóbria me explicar? Sim, porque eu cheguei à conclusão de que religião é coisa de quem está fora do juízo perfeito...

quinta-feira, junho 14, 2007

Relaxa e goza??????????????

A frase de Marta Suplicy confirma o que eu disse no post anterior. Ela possivelmente não estava em Guarulhos na quarta-feira passada, e nem teve um vôo cancelado na segunda de madrugada (como eu tive, sendo que eu ja estava DENTRO do avião!). Ela não passou por isso tudo sendo uma pessoa que tem pavor de avião (como é o meu caso) e certamente não teve "Um Dia de Fúria" no aeroporto de Natal, como eu tive!

Para usar a linguagem vulgar que ela usa, "relaxa e goza" o escambau! Alguém joga essa prostituta (me desculpem, profissionais do sexo, nao quis ofendê-las!) em algum dos aeroportos, de prefêrencia o do Guarulhos, numa véspera de feriado, por favor.

E se ela tentar usar fila especial ou qualquer coisa parecida... parede humana!

quarta-feira, junho 13, 2007

O que é o Brasil?

Há algumas décadas, um embaixador brasileiro na França disse que "O Brasil não é um país sério" (todo mundo atribui essa frase a Charles de Gaulle, mas não foi ele quem disse isto).

Eu vou mais longe. O Brasil é um bordel. Nós, contribuintes, somos as prostitutas, que pagamos uma taxa mensal (e cara) ao cafetão (o Governo).

E o resultado é uma foda...

quinta-feira, maio 31, 2007

Musiquinha muito linda...

Deixo aqui a letra de uma canção da Macedônia, muito linda, para que eu me lembre e possa cantar de vez em quando:

Jovano, Jovanke,
Kraj Vardarot sediš mori,
Belo platno beliš,
Belo platno beliš dušo,
Sve na gore gledaš.

Jovano, Jovanke,
Jas tebe te cekam mori,
Doma da mi dojdeš,
A ti ne doadaš, dušo
Srce moje Jovano.

Jovano, Jovanke,
Tvojata majka mori,
Tebe neke pušta,
Kaj mene da dojdeš, dušo
Srce moje, Jovano.

quinta-feira, maio 24, 2007

P-q-p...

Hoje eu estava olhando o convite de casamento de um colega de trabalho, e me dei conta de uma coisa.

No topo do convite, vem sempre o nome dos pais. E eu agora me dei conta de que, se eu casar, quando isso acontecer, no meu lado do convite vai ter um duplo "in memoriam"...

Lembranças, lembranças...

Hoje minha irmã me escreveu, pedindo que eu sugerisse música de fundo para uma apresentação com fotos da minha sobrinha, a ser apresentada no aniversário dela (sobrinha). Dei algumas sugestões, tentei evitar, mas em todas as sugestões, tinha uma homenagem velada à minha mãe, que morreu três meses depois do nascimento da pequenina...

Não bastando isso, numa troca de e-mails com um amigo, surgiu como assunto um poeta sérvio, Jovan Jovanovic Zmaj, autor de vários poemas infantis, que meu pai lia muito para mim quando eu era criança...

Essas lembranças me fizeram chorar, não sei como ninguém, nem mesmo o colega que senta de frente pra mim no trabalho, percebeu.

Eu não posso me permitir ficar emocionada agora, tenho muito trabalho pra fazer...

segunda-feira, maio 14, 2007

Eu odeio rodeio...

Gente do céu, na sexta-feira eu fui pra Pinhal com meu cunhado e, ao sairmos de Campinas, nos deparamos com um engarrafamento monstruoso. Atribuímos ao pedágio (somado ao Dia das Mães).

Mas não era. Era por causa daquele maldito rodeio de Jaguariúna. Foram 20 quilômetros em cinco horas. E, pra "ajudar", tinha o pessoal "ishpérto" que, ao invés de deixar livre a faixa da esquerda para os idiotas que iam seguir adiante (o que era o nosso caso), não: ficavam usando o canteiro central como pista extra.

Dá vontade de jogar uma bomba...

Eu já não era muito fã dessas coisas de rodeio. Agora, então, eu D-E-T-E-S-T-O...

quinta-feira, maio 10, 2007

Um pequeno presente...

Depois de uma tarde ansiosa (e fria), de um ensaio complicado no coral (cantar no frio é difícil...), estou me dando um presente: colhi duas folhas de capim-limão e um raminho de hortelã (fica um perfume delicioso nas mãos...) e vou fazer um chá para tomar antes de dormir!

quarta-feira, maio 09, 2007

Sobre a vinda de Bento XVI

Lamentável, o fato de que com a vinda do Papa ao Brasil, a Igreja Católica se recuse a bater em teclas diferentes de "Teologia da Libertação", "aborto" e "planejamento familiar".

Na questão do aborto, pessoalmente, sou contra. Só faria em uma hipótese que, sinceramente, espero que nunca me aconteça. Mas penso que deveria haver uma flexibilização da lei. Não acho que uma lei mais "favorável" ao aborto signifique que todas as mulheres vão sair por aí abortando feito loucas, acho que é esse o "medo" das "otôridades" eclesiásticas e, na minha opinião, é um medo burro, insano, e prova que essas "otôridades" não sabem que existe uma coisa chamada "consciência".

Além disso, querem nivelar todas as pessoas pela sua própria crença (para uma pessoa que não acredita em Deus, faz sentido dizer que "aborto é contra a Lei Divina"?). Isso é errado, errado demais!

Enquanto a Igreja se preocupa com questões mundanas como esta, esquece-se de que existem pessoas que sofrem e têm dúvidas em questões de fé, e simplesmente não apóiam estas pessoas. Recentemente, estive num momento de revolta muito grande, e fui procurar um padre para ouvir minha confissão.

Cadê que tinha padre na Igreja? Quem veio falar comigo foi uma ministra da Eucaristia, que foi muito amiga, mas para quem eu não tive coragem de perguntar "se Deus existe, porquê permitiu que eu tivesse tanto sofrimento junto nos meus primeiros 28 anos de vida? Estou sendo castigada por quê?"

E tem muito mais gente por aí em situação semelhante à minha, e a quem a Igreja não dá a devida atenção porque está mais preocupada em condenar aborto, uso de preservativos e questões políticas.

Para mim, a Igreja deveria se preocupar um pouquinho mais com a fé, e menos com a matéria, ou jamais vai conseguir conter a perda de fiéis...

terça-feira, maio 08, 2007

Eu e minhas idiotices

Essa foi ótima!

Há algum tempo, venho notando que o chuveiro do meu banheiro anda se recusando a esquentar a água. Pois bem, no domingo, resolvi trocar a resistência, pois poderia estar queimada.

Troquei a dita-cuja... e nada do chuveiro funcionar. Conclusão: o chuveiro teria que ser trocado.

Tentei a coisa pelas vias normais, ou seja, liguei pro eletricista, narrei o problema, e pedi que ele viesse aqui em casa hoje (terça-feira), antes das 10h da manhã (pois era o horário em que a faxineira estaria aqui).

Às 09h50 da manhã, liga a faxineira, avisando que o sujeito não deu as caras. Conclusão óbvia? Milena Tomboy vai fazer o serviço solita.

Beleza. Só que a burra da guria aqui começou fazendo merda... adivinhem qual foi o fio que eu cortei primeiro, quando fui desinstalar o chuveiro velho?

Ééééééééééééééééééééé, foi o fio-terra! Agora adivinhem o que aconteceu quando fui cortar o fio seguinte? Ééééééééééé, isso mesmo, voou faísca pra tudo quanto foi lado!

Antes que me perguntem, sim, eu tinha desligado o disjuntor.

Resultado: acabei ligando pro meu cunhado, pedindo pelo amor de Deus que ele me ajude (como eu tenho horror de pedir pra homem fazer as coisas pra mim, eu odeio isso... coisa de quem perdeu o pai cedo demais...), e estou aqui na frente do computador tremendo e me entupindo de sorvete (diet, claro)... pra ver se me acalmo um pouco!

Arre, sem contar a quantidade de pequenos choques que tomei... nossa, estou com uma dor de cabeça que sou incapaz de narrar...

segunda-feira, maio 07, 2007

Que poético!

Recebi de um amigo uma descrição linda das três nacionalidades que se encontraram na minha pessoa: sérvia, espanhola e irlandesa. Vejam que lindo e poético, é realmente a minha cara:

"O sérvio nunca esquece uma ofensa, o espanhol sabe quando revidar e o irlandês confere a explosividade que a fúria necessita para ser bela de se ver"

E ele ainda continua:

"O sérvio tem a disposição necessária para fazer o que tem que ser feito, o espanhol tem a energia necessária para executar o processo e o irlandês tem a determinação de levar o processo até o fim. Em resumo: tenho pena de quem irritar você."

É ou não é poético? É sério, eu adorei!!! É a descrição perfeita da minha pessoa!

Uma experiência que eu recomendo...

Para quem estiver com problemas de peso, como eu estava há poucos meses, vou contar aqui minha experiência completinha... Para inspirar quem esteja com problemas similares:

No dia 17/02/2007, eu dei entrada em um spa médico (o São Pedro, em Sorocaba), pesando exatos 76.8 kg. Fiz todos os exames necessários e chegou-se à conclusão de que eu poderia encarar a dieta de 600 kcal por dia.

Entrei lá decidida a fazer cada centavo valer a pena (ô trem caro, eu podia ter viajado pra Europa com aquele dinheiro... ficando em Albergues da Juventude, mas não deixa de ser viagem pra Europa...), então, fiz todas, absolutamente todas as atividades possíveis. Passava o dia inteiro na piscina, ou então na esteira. E ainda dava conta de cantar à noite, nas atividades da recração. O único dia em que eu não fiquei o dia todo fazendo aula de hidroginástica foi quando eu tive uma crise de alergia (por causa da combinação sol + cloro da piscina) e o médico insistiu que eu deveria tomar um comprimido de Allegra, e me garantiu que não daria sono. Só que eu caí na cama e dormi a tarde toda...

Resultado: saí de Sorocaba no dia 27/02/2007 com 71.8 kg, ou seja, foram exatos 5 quilos enxugados. Além disso, saí com uma recomendação de dieta, e de procurar um profissional de endocrinologia na minha cidade. Além disso, me foi recomendado manter atividades físicas diárias (pra mim, é impossível fazer isso o tempo todo, mas procuro manter uma freqüência de 4 dias por semana, no mínimo).

Fora do spa, durante o primeiro mês procurei manter a dieta entre 900 e 1200 kcal/dia, não consegui fazer as atividades físicas (mas mudei certos hábitos, por exemplo, troquei o elevador pela escada) e no dia da consulta com a endocrinologista (28/03/2007), estava pesando 70.5 kg.

Comecei, também, a fazer academia e, agora, dia 07/05/2007, estou com 66.5 kg (pesados ontem, na balança da academia). Ou seja, em um intervalo de menos de 3 meses, já enxuguei mais de 10 kg.

Ah, sim, antes que me esqueça: meu "moderador de apetite" é a minha cabeça. Eu quero emagrecer, eu vou emagrecer e pronto, acabou. Não estou passando fome, não estou infeliz. Me permito extravagâncias de vez em quando, porque não sou de ferro, mas não será um dia fora da dieta que vai botar a perder 3 meses de esforço diário...

Então, fica aqui minha mensagem: disciplina, vontade e, em resumo, dieta e exercícios, mudança de hábitos... é o jeito mais eficaz de emagrecer...

sábado, maio 05, 2007

Estou apaixonada...

Preciso dizer mais? Eu nem sei se sou correspondida, mas só o sorriso dele pra mim já me faz sonhar...

quinta-feira, maio 03, 2007

O que será que aconteceu...?

O que leva uma pessoa que sempre te manda e-mails simpáticos e cheios de palavras gentis a sumir quando você conta que tem um determinado problema de saúde? Aconteceu isso comigo. Estou tentando ser otimista e não pensar que o cara é um preconceituoso, porque ele sempre foi educadíssimo nas mensagens que me enviava. Mas eu conto isso pra ele, e ele desaparece? O quê mais eu posso pensar?

Eu esperava pelo menos algo do tipo "Você deveria ter me contado isso há mais tempo", ou coisa parecida. Simplesmente sumir, não é uma conduta simpática...

quinta-feira, abril 26, 2007

Mudança radical

Acho que comentei aqui que perdi 5 kg em um spa, em 10 dias, no mês de fevereiro. O que eu esqueci de contar é que, ao sair de lá, marquei hora com uma endocrinologista da minha cidade, decidida a marcar horário com ela para continuar, aqui fora, o que comecei no spa (dieta espartana + exercícios igualmente espartanos).

Pois bem, ela me disse aquilo que eu queria ouvir, e que já tinha ouvido no spa ("Você vai emagrecer tudo o que quer, sem remédio nenhum!"), me passou uma dieta de 1000 kcal/dia, no dia 28 de março. Naquele dia, eu estava pesando 70,5 kg. Lembrando que, ao entrar no spa, eu estava com 76,8 kg...

Ontem eu subi na balança do vestiário da academia, achando que estava em torno dos 67 kg. Surpresa: um quilo a menos. Estou com 66 kg, e meu objetivo é chegar aos 62... se bem que eu acho que posso chegar a 60 kg, e ficar 100% bem com isso...

O mais legal é a diferença não no espelho, na balança, ou nas roupas, mas sim na saúde. Eu tinha até comentado com minha terapeuta que eu vinha tendo muita dificuldade pra acordar, e que achava que era por causa do excesso de peso. Hoje eu me dei conta de que estou conseguindo acordar cada dia mais cedo. E acho que essa leveza do corpo tem a ver com isso...

Desejo o mesmo sucesso que estou obtendo a todos aqueles que estejam na mesma empreitada!

quinta-feira, abril 19, 2007

E agora, o que fazer?

Eu vivo me irritando com a minha professora de francês, quando ela me enche a paciência a respeito do tal "coup de foudre". Vivo dizendo que isso não existe, e blablabla.

Pois bem, ontem eu estava numa viagem a trabalho, e fui visitar um estande em uma feira. Queria só pegar uns folders e sumir, para ir atrás de algo que realmente me interessava, quando apareceu "o cara" na minha frente, e resolveu mostrar o software do qual eles estavam fazendo propaganda. Ok, perfeito, se não fosse o carinha me lançar um daqueles olhares que dizem "sorria pra mim, por favor".

A tal apresentação do software durou quase uma hora (intercalada com conversas sobre assuntos que nada tinham a ver com isso, mesmo porque apareceu um amigo meu na hora, nós falamos em português e eu tive que traduzir tudo que falei pro inglês para não deixar o carinha do estande viajando na maionese). O chefe do carinha veio até ver o que estava acontecendo, porque um rapaz jovem, conversando animadamente com uma moça não muito jovem, mas também não velha, cheirava muito a flerte.

Enfim, voltei da viagem com um sorriso idiota no rosto, e sem saber se escrevo para ele ou se espero... A sensação é de que fui atingida por um raio na primeira vez em que ele olhou pra mim...

Será que é o tal "coup de foudre", ou é carência afetiva, mesmo??? Escrevo, ou não escrevo?

Esta é ótima...

Tirei esta do site "No Mínimo". Achei excelente...

Por que não ANTA?

O leitor Alexandre Trevisani padece de uma dúvida de lógica cartesiana: “Se a Agência Nacional que cuida dos Transportes Terrestres chama-se ANTT, por que a Agência Nacional que cuida dos Transportes Aéreos chama-se ANAC?”

terça-feira, abril 17, 2007

Por quê esse tipo de coisa sempre acontece lá????

Por quê? Qual o motivo de sempre ter um evento deste tipo nos Estados Unidos? Um sujeito invade uma Universidade, sai atirando nos alunos, se mata e pronto. Para ele, acabou. E as famílias que perderam seus filhos nem terão o consolo de ver o sujeito apodrecer numa cadeia pelo resto da vida...

segunda-feira, abril 16, 2007

Uma pequena dica...

Para as moças que, como eu, têm problemas de "desregulagem" dos ciclos mensais (o que é o meu caso, que chego a encarar atrasos de até 15 dias), recomendo a seguinte "idéia de jerico": Pegar dois paus de canela, desfolhar um ramo de hortelã, botar tudo numa panela, cobrir com água e botar pra ferver. Tomar um copo da mistureba à noite, antes de dormir.

quarta-feira, abril 11, 2007

Sôdade de Minas Gerais, sô!

Ultimamente, eu venho me lembrando muito do tempo em que morei em Itajubá. São lembranças tremendamente nítidas, como se alguma coisa me dissesse que eu tenho que ir a Itajubá.

Mas hoje, a coisa passou da conta. Estava andando pela fábrica, voltando para a seção onde trabalho, e veio uma rajada de vento tão tipicamente itajubense que me assustou. Parecia que eu tinha sido transportada para a avenida BPS, por onde eu ia para a Faculdade, todos os dias, de manhã cedinho. Foi uma sensação absurda, muito estranha...

quinta-feira, abril 05, 2007

Aversão a feriados

Não sei se é porque eu já não tenho mais nem meu pai, nem minha mãe, mas peguei uma certa aversão a feriados. Aliás, aversão a minha própria vida. O problema é que estou com 90% do caminho andado para me revoltar contra Deus. As pessoas vêm me falar em "misericórdia", mas que misericórdia é essa que leva minha mãe quando eu ainda não tenho o consolo de ter minha família estabelecida, e põe no meu caminho um sujeito que me deixa sozinha no momento mais difícil (doença e morte da minha mãe)???

Eu sei, procuro me concentrar no pensamento de que, ao mesmo tempo em que minha família diminuiu por um lado, apareceram outras pessoas na minha vida... mas todas através do pequeno núcleo familiar da minha irmã. E aí, eu vou viver das migalhas da vida dela? Parece que sim, porque eu já cansei de me arriscar, de me submeter a humilhações, em prol de uma possibilidade vaga de casar e ter filhos.

Repito a pergunta: cadê a "misericórdia"????

quinta-feira, março 29, 2007

A idade chegou

É... nasceu meu primeiro fio de cabelo branco. Lindo. Tremendo destaque, bem no alto da testa. E eu jurei pra mim mesma que não tingiria a cabeleira, que assumiria solenemente os fios brancos, quando eles chegassem. É, parece que estão chegando...

sexta-feira, março 23, 2007

O que fazer?

Eu tenho muita saudade da minha mãe, mas não posso negar que, se hoje eu me sinto insatisfeita com minha profissão, em parte, isso foi falha dela. Foi falha minha também, porque eu não soube me impor, mas como alguém de 14 anos vai dizer pra mãe "Você não pode interferir na minha escolha profissional"? Ainda mais quando a mãe em questão diz que a filha não pode estudar medicina, como quer, porque na cidade onde elas moram, a escola de medicina é particular (e cara, e não é das melhores), e que não será possível sustentar a filha em outra cidade, mesmo com ela estudando em uma federal...

Ou seja, minha opção foi engenharia, ou engenharia. Na federal, que tinha na minha cidade.

O problema é que agora eu tenho um emprego que todo mundo na minha profissão gostaria de ter (uau, sinto-me como a personagem da Anne Hathaway em "O Diabo Veste Prada", só que sem a Miranda Priestley/Anna Wintour)... mas não me sinto, absolutamente, "apaixonada" pelo que faço. Eu gosto, eu sou grata pelo meu trabalho, tenho consciência do privilégio que é fazer o que eu faço... mas não é o que eu queria pra mim.

Só que, nesta altura, não dá mais pra parar e voltar atrás. Eu teria que parar de trabalhar para estudar medicina, e não tenho condições de fazer isto.

E agora, o que fazer?

quarta-feira, março 21, 2007

Meu Deus...

Eu não sei o que pensar de um caso destes:

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1497313-EI306,00.html

Tudo bem, as pessoas estão sendo caridosas, ajudando... mas se acontecer alguma coisa com os pais desta criança, qual será o destino dela???

terça-feira, março 20, 2007

Além do peso extra...

Além do que emagreci no spa, neste fim de semana, aproveitei para dar um fim na bagunça que vinha se aglomerando no "quarto de bagunça".

Deu um trabalho enorme, mas a recompensa é ímpar!

quinta-feira, março 15, 2007

Consegui!

Ontem eu voltei ao trabalho (pesando, de acordo com a balança do ambulatório da fábrica, 71,5 kg)... e hoje eu consegui fazer um pequeno sacrifício pela Quaresma... depois de um mau pedaço de insônia (consegui dormir por volta das 02h00 da manhã), consegui levantar da cama às 06h00...

Não doeu nada!

E, ao chegar aqui no trabalho, tive uma surpresa agradável... emagreci mais 300 g. Estou com 71 kg. Faltam só nove... Somente nove...

quarta-feira, março 14, 2007

Voltei!

Voltei ao trabalho. Cinco quilos mais magra... Ainda tenho mais um caminho de 10kg pela frente, mas sem grandes traumas...

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Continuo firme e forte!

Estou no terceiro dia de Spa. Ao que parece, emagreci de ontem para hoje, como havia emagrecido de sábado para ontem. Pelo menos, é o que parece. Só saberei meu novo peso na quarta-feira.

Nos dois primeiros dias, o cansaço é inevitável: com dieta de 600 kcal e fazendo todas as aulas possíveis, eu esperava o quê? Só que o cansaço passou. Sinto-me bem melhor hoje. Consegui até fazer uma aula de jump fit, que é cansativa à beça.

Ontem, num momento em que resolvi me dar folga, fiz meia hora de Shiatsu. Como aquilo doeu...

E hoje, depois de três dias, o relógio voltou a funcionar, com muito esforço, suor e lágrimas, mas voltou. Calma, eu explico. Com uma dieta de 600 kcal, há uma tendência natural de que ocorra prisão de ventre, mesmo em quem tem os intestinos funcionando perfeitamente. E eu senti muito bem esse efeito...

Enfim, hoje é meu terceiro dia no Spa, e tudo está correndo bem, imagino eu!

sábado, fevereiro 17, 2007

Temporada de emagrecimento

Pois é, hoje comecei a temporada de emagrecimento... vou ver se consigo emagrecer 8 quilos em 10 dias... já me disseram que 5 quilos é o que é possível, mas quando isso vem seguido da expressão "no mínimo", a gente até se anima a tentar algo mais radical...

Cheguei aqui, passei pela recepção, li o regulamento, me mostraram o SPA, e fui levada para uma balança de chão, ligada a um computadorzinho de mesa (que fica de costas para o gordo da balaça). Deu 76.8 kg. Ótimo. Para quem esperava chegar aqui com 78 kg, foi um começo "ferpeito"...

Em seguida, veio a revista da bagagem (para ver se era xampu mesmo que eu trazia no vidro de xampu, ou se não tinha chocolates escondidos na mala) e em seguida, passei por uma consulta médica, na qual fui liberada para a dieta de abundantes 600 kcal diárias. Daí, parti para a malhação: "hidro-power" (uma hidroginástica bem turbinada), caminhada, etc.

Mas a pancada mesmo vem amanhã, porque hoje eu só peguei meio dia de atividades... vamos ver, vamos ver!

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Saudade...

Eu ontem dei uma de louca e resolvi baixar músicas sérvias do eMule. A primeira que "fechei" foi uma canção tradicional chamada "Moj Milane". A letra, segue abaixo:

Moj Milane jabuko sa grane,
Jabuko sa grane,
Moj Milane.

Brala bih te,
Al ne smem od nane.
Moj Milane.

Moj Milane kad u vojsku pođeš,
Kad u vojsku pođeš,
Moj Milane.

Nemoj moju kapiju da prođeš,
Kapiju da prođeš,
Moj Milane.

Nogom stani maramicom mani,
Maramicom mani,
Moj Milane.

Neka puknu svi naši dušmani,
Svi naši dušmani,
Moj Milane.

Só ouvindo pra entender como as músicas de lá são tristes e melancólicas. Do jeito que estou me sentindo agora, quando penso que meu pai se foi há 14 anos, minha mãe há cinco meses, e os parentes sérvios do meu pai se recusam a aceitar o fato de que eu existo, só porque caí na besteira de ser "meio-brasileira"... e, agora, sem ninguém pra me defender contra isso.

Sei que estou meio "passada" para querer que alguém me defenda de alguma coisa, mas tem horas em que eu me sinto extremamente fraca, só queria que alguém fosse lá nos meus parentes sérvios e dissesse que sim, eu mereço a consideração deles...

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

O que será melhor...?

Acabo de voltar da varanda do apartamento, onde fui colher capim-limão e hortelã, para preparar um chá para mim... não sei o que é melhor, o ato de colher as folhas, sem nem precisar lavar, ou o cheirinho de hortelã que acaba de ficar nas minhas mãos e que impregnou a sala, quando entrei...

Além do mais, a hortelã estava tão linda que deu até pena de colher as folhas...

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Uma historinha da Assembléia de MG...

Recebi esta de uma amiga:

"Uma tia do meu marido foi casada com um deputado estadual de Minas. Ele era trabalhador mas não tinha muita instrução. Um belo dia, na Assembléia, começou a discursar e pronunciou "no computo geral". Um dos nobres colegas pediu aparte e corrigiu-o dizendo que não era computo, mas cômputo. Ele respondeu:

- Agradeço, nobre colega. De agora em diante vou falar cômputo, mas toda vez que conversar com Vossa Excelência, estarei falando com puto."

terça-feira, janeiro 30, 2007

Os Três Porquinhos...

... narrados por um pai engenheiro:

Meu Filho, era uma vez três porquinhos ( P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que vivia os atormentando. P1 era sabido e fazia Engenharia Elétrica e já era formado em Engenharia Civil. P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos. P3 fazia Comunicação e Expressão Visual na ECA.

LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau, nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde "n" é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.

Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos. Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado. Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo "o máximo".

Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:- "Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual!" Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do Conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2.

Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando: "Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento."

Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta a baixo por uma multidão ensandecida de ecochatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem. Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebeu, e os dois caíram ofegantes na sala de entrada.

P1: O que houve?
P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.
P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!

Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! o som correto não é esse.)

LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você!!!, e se for preciso até aquele tal de Confea.

Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e do...do... comunicador e expressivo visual?) LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado.

Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 era ecologicamente correta. Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super-comum nos contos de fada): ele, pessoalmente, escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir. Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou LM com uma força de 33.300 N (Newtons) para cima. Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, onde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.

Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e eu te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8 m/s² e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:

a) o deslocamento no eixo "x", tomando como referencial a chaminé.
b) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão e
c) o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0 (repouso) ao 9 (ataque histérico)

Mata do Krambeck

Recebi de uma amiga um e-mail alertando contra a possibilidade de destruição de uma bela riqueza natural da cidade de Juiz de Fora, a mata do Krambeck. Para quem conhece a cidade, é a mata que fica próxima à rodoviária.

Esta amiga me mandou um e-mail alertando contra isso, e avisando que está correndo um abaixo-assinado na internet, no site "Petition Online", para evitar que isso aconteça. O link para o site segue abaixo:
Também coletei algumas notícias a respeito do assunto, e passo aqui alguns links. Ao que consta, é uma tentativa de construir um condomínio de luxo no lugar da mata, sendo que esta é considerada Área de Proteção Ambiental...
Vale a pena assinar essa petição, mesmo não residindo em Juiz de Fora...

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Ê, toleima...

O que fazer com uma pessoa que, ao sair para trabalhar, veste a blusa ao contrário? E, pior, só percebe o erro na metade do dia?

terça-feira, janeiro 23, 2007

Verbena citriodora

Bom, estou precisando muito de uma mudinha da planta cujo nome científico é citado acima... o nome comum, se não me engano, é "cidrão", mas não tenho certeza. Outro nome científico é Aloysia triphylla, mas parece que este nome caiu em desuso. Tem fotos dela nos links abaixo:

http://www.desert-tropicals.com/Plants/Verbenaceae/Aloysia_triphylla.html
http://www.henriettesherbal.com/pictures/p01/pages/aloysia-triphylla-1.htm
http://www.henriettesherbal.com/pictures/p01/pages/aloysia-triphylla-2.htm
http://www.henriettesherbal.com/pictures/p01/pages/aloysia-triphylla.htm

Onde será que eu consigo uma muda dessa planta, aqui em São José dos Campos?

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Resolvido o problema com a Telefonica!

Pois é, fica registrada a dica aos que tiverem problemas com a Telefonica: entrem no site, e procurem o link da ouvidoria ("Ombudsman"). É só escrever para lá! O link é este:

http://www.telefonica.com.br/sp/atelefonica/ombuds.htm

quarta-feira, dezembro 27, 2006

Ser engenheiro é...

- Trabalhar em horários estranhos (como as putas)

- Pagarem-nos para fazer o cliente feliz (como as putas)

- O cliente às vezes até paga muito, mas o nosso patrão fica com quase tudo (como as putas)

- O nosso trabalho vai sempre além do expediente (como as putas)

- Somos recompensados por realizar as ideias do cliente (como as putas)

- Os nossos amigos distanciam-se e só andamos com outros iguais a nós (como as putas)

- Quando vamos ao encontro do cliente temos que estar sempre apresentáveis(como as putas)

- Mas quando voltamos parecemos saídos do Inferno (como as putas)

- O cliente quer sempre pagar menos e que façamos maravilha (como as putas)

- Quando nos perguntam em que é que trabalhamos, temos dificuldade em explicar (como as putas)

- Se as coisas dão errado é sempre culpa nossa (como as putas)

- Todos os dias ao acordar dizemos "NÃO VOU PASSAR O RESTO DA VIDA A FAZER ISTO" (como as putas)

Meus problemas com o Speedy...

Acabo de mandar a seguinte carta para a Teleafônica:

Sou cliente Speedy há aproximadamente dois anos, e nunca tinha tido problemas. Porém, agora, aconteceram todos de uma só vez.

No início do mês de dezembro, comecei a ter problemas com a conexão à internet (Speedy). A conexão só ocorria quando da vontade do modem. Porém, por volta do dia 15/12/2006, simplesmente não havia mais chance de conseguir conexão. Então, no dia 20/12, telefonei para o número 10315. Conversei com um rapaz chamado Thiago, ele fez todos os testes possíveis à distância e detectou a necessidade de visita técnica. Ele perguntou se eu poderia receber o técnico no sábado (23/12), e eu expliquei que não, que estaria viajando e que tenho muitas restrições de horário. Expliquei que trabalho fora e que só estou em casa após as 18h00. Então, o sr. Thiago me disse que o técnico iria à minha residência no dia 21/12, às 18h00. Disse também que passaria o número do meu celular para o técnico, para que este pudesse me localizar, caso necessário.

Pois bem, no dia 21/12, ninguém foi lá. Fiquei esperando, mas ninguém foi. No dia seguinte (22/12), telefonei e fui informada de que o meu protocolo de desatendimento (6401606669) havia sido registrado no dia 21/12, e não no dia 20/12. Ou seja, alguém agiu de má fé para com uma cliente insatisfeita. E a cliente, claro, passou a ser uma cliente insatisfeita e FURIOSA.
Quando telefonei, hoje, e falei com a srta. Carolina, ele me disse que seriam necessários NOVOS TESTES, para que pudesse ser agendada uma outra visita. Mas, eu pergunto: como eu vou fazer isto se:

1. Estou no trabalho agora;
2. Se eu fizer isso hoje à noite, vocês vão agendar a visita para um sábado, provavelmente???

Enfim, agora eu não peço mais, eu EXIJO que vocês enviem um técnico à minha residência HOJE, dia 27/12/2006, ou vou enviar cópias desta mensagem para todos os jornais do estado de SP.

terça-feira, dezembro 19, 2006

Por que será que me sinto assim?

De uns tempos para cá, me pego pensando que meus pais não estão mais neste mundo, que minha irmã já está com a vida dela encaminhada, enquanto eu parei no tempo. O que quero dizer é que o tempo está fluindo, mas minha vida parou. Talvez eu esteja esperando por algo impossível, ou talvez eu não simplesmente ainda esteja em choque por causa da perda da minha mãe. Não sei.

Só sei que me sinto perdida, e não sei o motivo...

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Crônica da viagem

A arte que fiz começou na sexta-feira, dia 08/12, quando embarquei para Buenos Aires, depois de sair mais cedo do trabalho. Eu, e o meu medo de avião.

Cheguei a Buenos Aires após as 21h00... não resisti à tentação de ir jantar em Puerto Madero, no Puerto Cristal. Me embriaguei com uma taça de champanhe (ah, aquelas "bulinhas"...), fiquei tontinha e saí sem mesmo pedir sobremesa, porque precisava muito dormir.

No dia seguinte, comecei a ingestão de bombas calóricas. O café da manhã do hotel tinha muitos pães (doces!!!), uma overdose de cereais (com uvas passas e leite quente, hm....), enfim, tudo bem engordativo. Fiz a comilança, e em seguida fui comprar os presentinhos de Natal... foi nessa hora que passei no "locutorio" e mandei o post anterior. Fiquei nesse bate-volta, lojas de lembranças, bombonières e hotel. Depois, fui à Scalabrini Ortiz, tem um quarteirão cheio de lojas de lãs e artigos para arte com fios. Comprei três novelos de mohair (de verdade, de verdade!!!!), fui ao Buenos Aires Design, onde almocei em um restaurantezinho muito gostoso. De lá, voltei para o hotel, larguei as coisas e fui ao MALBA (Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires), vi o Abaporu de pertinho, bem como dois Di Cavalcanti, um quadro imenso do Portinari, sem contar um Botero que me emocionou muito. Isso fora um auto-retrato famoso da Frida Kahlo, fiquei pasma de ver como ela era crítica em relação a si mesma... eu não teria coragem de me retratar daquele jeito, mesmo que eu fosse daquele jeito...

À noite, fui a um show de tango, em uma casa de tango chamada El Viejo Almacén. Antes de chegar lá, peguei um taxista super-maluco, que dirigia feito um doido, e que arregalou os olhos quando eu falei onde ia, sozinha... decididamente, os argentinos não parecem lidar bem com o fato de uma moça sair sozinha para se divertir.

Mas, voltando ao "Viejo Almacén": o lugar é lindo, o jantar foi maravilhoso, e lá eu fui atendida por um senhor muito simpático (que se encantou por ver que eu comia pastel pegando o pastel com a mão, e não com garfo e faca!). O show de tango foi lindo, teve até um "mini-show" de música andina, com um grupo simplesmente genial. Quando eles se propuseram a tocar mais uma música, eu quase gritei "Atahualpa Yupanqui"!!!! Mas fiquei quietinha. Não quis pagar o mico.

Cheguei no hotel louca pra dormir... e como dormi bem. Ainda bem, porque o dia seguinte (ou seja, ontem), foi dia de sair pra bater perna. Fui do hotel (na 9 de julho) até a Recoleta, onde fui à igreja de Nossa Senhora do Pilar e ao Museu Nacional de Belas Artes. De lá, fui (a pé) até Puerto Madero, descendo pela av. Cordoba. Almocei lá em Puerto Madero, em um restaurante chamado "Il Gatto", e voltei pelo Paseo Colón, que vai parar na Casa Rosada. Subi pela Praça de Maio, dei uma passada rápida na Catedral (o mausoléu de San Martín estava fechado, mas tirei foto assim mesmo) e, quando olhei para a Diagonal Norte, ao sair da Catedral, dei de cara com o obelisco. Foi quase como ver um oásis no deserto, porque eu tinha saído do hotel às 09h00 e já eram 14h00. Mas não caí na tentação de pegar a Diagonal Norte, não. Peguei a rua Florida, fui até a Galerías Pacífico.

Daí, fui para o hotel, dormi um tiquinho, acordei, fui para a piscina (aquecida, maravilhosa, fica em um solarium envidraçado no último andar de uma das torres do hotel) e dei umas braçadinhas.

Acabei jantando no hotel mesmo, para poder dormir cedo, porque hoje, às 02h15 da manhã, eu estava sendo acordada pelo serviço de despertador do hotel, porque o motorista do trajeto hotel-aeroporto me pegaria às 02h40...

Pois bem, agora estou aqui, "seca" por uma boa noite de sono, na minha saudosa caminha...

sábado, dezembro 09, 2006

Miiiiiiiiiiiii Buenos Aires Queriiiiiiiiiiiiiiiiiidooooooooooo!!!!

Pois é, cá estou... em Buenos Aires, o lugar mais engordativo que conheci até hoje... Caramba, que café da manhã eu tomei... agora, estou aqui, tentando descobrir a que horas o comércio abre, para poder fazer umas compritchas... Enquanto não descubro, parei em um locutorio para dar notícias de como estou, onde estou e o que faço...

Só não posso esquecer, depois, de voltar o teclado do computador para o espanhol... *risos*

E quando estiver de volta ao Brasil, podendo usar o meu computador, escreverei, ou melhor, passarei a limpo, o meu diário de bordo... O vôo foi excelente (meus parabéns à equipe do vôo 7456), os pilotos foram simplesmente fantásticos, os comissários foram simpaticíssimos, em particular a comissária Aldacély, que é a simpatia em forma humana!

Quando cheguei aqui, fui a Puerto Madero, ao restaurante Puerto Cristal, onde tomei um pileque com uma taça de champanhe e uma garrafa de água mineral, fora o linguado com frutos do mar e bolinhos de espinafre que, como diria minha professora de francês, était la poésie...

Bom, acho que o comércio, aqui, abre às 09h00... paciência!

Aguardem a próxima edição do meu diário de bordo, ok?

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Enquanto não trocam o mouse...

Pois é, estou no trabalho, sem poder fazer grandes coisas, porque o mouse do meu computador estava com um cabinho rompido. O rapaz do Help Desk foi lá no fim do mundo buscar outro mouse, para trocar, e enquanto isso, eu não consigo fazer praticamente nada, porque essa porcaria chamada Windows não funciona sem mouse... aliás, alguém sabe como eu faço para maximizar uma tela do Internet Explorer sem usar o mouse? Eu gostaria de saber isso...

Aliás, para abrir o IE sem o mouse já foi um sufoco, eu precisei lembrar da teclinha "start", lá no canto esquerdo inferior da página. E como isso me consumiu fosfato... eu não sabia que era capaz de esquecer umas coisas tão básicas.

Enquanto espero o tiozinho do Help Desk trazer meu mouse (não tão) novo, fico aqui, escrevendo, escrevendo, pra matar o tempo, já que não vou conseguir trabalhar, mesmo...

Antes escrever do que ficar roendo as unhas, enquanto o cara não chega. Já fui na sala de uma amiga, levar balinhas pra ela. Voltei, e nada do cara. Já fui tomar chá. Voltei, e nada do cara... ele não chega nunca!

Para o mundo que eu quero descer!!!!

terça-feira, dezembro 05, 2006

Uma bela mensagem de aniversário

Recebi uma mensagem muito simpática de aniversário, mandada por um amigo:

"Feliz aniversário, Milena!
Que Wotan lhe dê seu conhecimento.
Que Freia te mantenha eternamente jovem.
Que Fricka faça o amor brilhar em teu coração.
Que Froh lhe agracie com a felicidade.
Que Donner destrua teus inimigos.
Que Loge mantenha acesa a chama de teu entusiasmo.
Que Erda e as nornes lhe reservem um grande futuro..."

Não preciso nem dizer que ele gosta de óperas de Wagner... *risos* Mas achei simpaticíssimo, foi a mensagem de aniversário mais legal que recebi!

Informação super-relevante...

É pra rir, ou pra chorar?

http://www.bbc.co.uk/portuguese/cultura/story/2006/12/061205_clooney_porco_crg.shtml

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Minha mãe

Engraçado, quanto mais o tempo passa, mais eu penso na minha mãe. Lembro muito das conversas, de quando eu dizia que ela precisava fazer coisas para ela, e não só para mim e para minha irmã. Dizia que ela devia comprar uma casa, ou apartamento para ela, e ela sempre respondia que não, que o que era dela, era nosso, e que ela não queria deixar nada material quando morresse, para não deixar problemas...

No fim, ela deixou um patrimônio de duas filhas, um genro, uma neta, muitos amigos e admiradores.

Além de um exemplo de muita força de vontade, de muita vontade de viver, e de viver bem. Com todas as limitações que ela teve ao longo da vida, nunca reclamou. Aliás, não bastando isso, para ter as duas filhas, ela arriscou a própria vida, porque corria o risco de o coração e os pulmões não agüentarem. Mas ela arriscou, e fez valer a pena...

quinta-feira, novembro 23, 2006

Ele nasceu com o coração fora do peito

Li uma notícia que me fez lembrar de uma crônica que li há muito tempo, que falava sobre um bebê que nasceu com o coração fora do peito. O bebê da crônica não resistiu, mas a história aconteceu novamente, desta vez com final feliz.

O pequeno Naseem, nascido em 31 de outubro, veio ao mundo com o coração fora do peito. Mas foi operado, passa bem e terá uma vida quase normal.

Ao contrário do cronista que li, e que fez um texto muito poético sobre o assunto, eu não tenho tanto talento. Me contento em ficar feliz por ler uma notícia tão boa quanto o sucesso dessa cirurgia, em meio a tantas coisas tristes que lemos nos jornais todos os dias.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1264791-EI298,00.html

"Slam" - Poesia francesa

Ontem eu tive aula de francês e a professora mostrou um vídeo de um artista que declama poemas de sua autoria, de uma forma que lembra um misto de repentista com literatura de cordel. O nome dado a esse tipo de declamação, lá na França, é slam. O poema era engraçadíssimo, e explica muitos comportamentos masculinos. Estou colocando aqui o original, em francês, porque achei interessantíssimo. Mais interessante ainda é o nome artístico do poeta: "Grand Corps Malade" (ou "Grande Corpo Doente")... Não me xinguem, homens...

"Le corps humain est un royaume où chaque organe veut être le roi,
Il y a chez l'homme trois leaders qui essayent d'imposer leur loi,
Cette lutte permanente est la plus grosse source d'embrouille,
Elle oppose depuis toujours la tête, le coeur et les couilles.
Que les demoiselles nous excusent si on fait des trucs chelous,
Si un jour on est des agneaux et l'autre on est des loups,
C'est à cause de c'combat qui s'agite dans notre corps,
La tête, le coeur, les couilles discutent mais ils sont jamais d'accords.
Mon coeur est une vraie éponge, toujours prêt à s'ouvrir,
Mais ma tête est un soldat qui s'laisse rarement attendrir,
Mes couilles sont motivées, elles aimeraient bien chaussettes brunes,
Mais y'en a une qui veut pas, putain ma tête me casse les burnes.
Ma tête a dit a mon coeur qu'elle s'en battait les couilles,
Si mes couilles avaient mal au coeur et qu'ça créait des embrouilles,
Mais mes couilles ont entendu et disent à ma tête qu'elle a pas d'coeur,
Et comme mon coeur n'a pas d'couilles, ma tête n'est pas prête d'avoir peur.
Moi mes couilles sont têtes en l'air et ont un coeur d'artichot,
Et quand mon coeur perd la tête, mes couilles restent bien au chaud,
Et si ma tête part en couilles, pour mon coeur c'est la défaite,
J'connais cette histoire par coeur, elle n'a ni queue ni tête.
Moi les femmes j'les crains, autant qu'je suis fou d'elles,
Vous comprenez maintenant pourquoi chez moi c'est un sacré bordel,
J'ai pas trouvé la solution, ça fait un moment qu'je fouille,
Je resterais sous l'contrôle d'ma tête, mon coeur et mes couilles."

É... é uma boa desculpa para os homens...*risos*

terça-feira, novembro 21, 2006

Testes de personalidade...

... acabo de fazer um, veja só o resultado:

You Are An ESFJ

The Caregiver

You are sympathetic and caring, putting friends and family first.
A creature of habit, you prefer routines and have trouble with change.
You love being in groups - whether you're helping people or working on a project.
You are good at listening, laughing, and bringing out the best in people.

You would make a great nurse, social worker, or teacher.

segunda-feira, novembro 20, 2006

Encontro de corais

Estive em um encontro de corais, muito bom, neste fim de semana... o coro em que eu canto se apresentou, foi bastante aplaudido, mas o ponto alto da noite foi o coro do Projeto Guri. Eles apresentaram um arranjo moderno do Aleluia do "Messias", de Händel. Lindo, lindo, lindo, com direito a um belíssimo solo de um rapaz que é contratenor... Fiquei pasma com a voz do rapaz (o nome dele é William). E o coro, simplesmente maravilhoso.

Fica registrado, aqui, o quanto eu virei fã do coro do Projeto Guri. Excelente, música de primeiríssima qualidade!

segunda-feira, novembro 13, 2006

Uma oportunidade única...

Passeando pelo aeroporto de Viracopos, à procura de uma pessoa conhecida que fui buscar lá, passei por ninguém mais, ninguém menos que Antônio Palófi. Não resisti à tentação de, olhando bem nos olhos dele, sussurar "panaca!"

Uma oportunidade única, convenhamos...

quarta-feira, novembro 08, 2006

Ao desconcerto do mundo

"Os bons vi sempre passar
No Mundo graves tormentos;
E pera mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só pera mim,
Anda o Mundo concertado."

(Luís de Camões)

Preciso dizer mais?

terça-feira, novembro 07, 2006

Verão abafado!

Êta verãozinho abafado, sô! A única hora do dia em que eu encontro algum alento contra esse calor é o comecinho da manhã, quando saio de casa e bate aquela brisa gelada no rosto. Depois, começa a esquentar o tempo, e fica algo insuportável para mim...

Decididamente, eu não sou um ser tropical...

segunda-feira, outubro 30, 2006

Fim de semana...

Finzão de semana, fiquei aqui na terrinha, porque tinha um bota-fora de um colega de trabalho que está saindo, e ainda era fim de semana de eleição (eca!). Fui ao bota-fora (tremendo churrascão), foi muito bom, exceto pelo fato de que eu perdi a entrada para o lugar onde era o churrasco e fui parar lá em Caçapava, ou seja, dei a volta na cidade, mas tudo bem.

Depois, parei no "Shóppis", fiz umas comprinhas e fui ao cinema ver "Deu a Louca na Chapeuzinho". O filme é hilário, é uma versão da história da Chapeuzinho Vermelho, misturando comédia e filme policial. Decididamente, não é um desenho animado para crianças. Aliás, acho que os estúdios descobriram os fãs adultos dos desenhos animados com cara infantil, mas histórias e encadeamento de cenas não tão infantis assim (realmente, Chapéuzinho Vermelho com filme policial não tem nada de infantil...)

Enfim, ótimo filme. Esse é um que vai entrar pra minha DVDteca, quando sair em DVD.

Domingão, fui votar... andei uns 2km pra ir, mais 2km pra voltar, depois fui almoçar em outro "Shóppis". De lá, fui a pé (será que estou voltando a ser uma pedestre convicta?) até um hipermercado que tem lá perto e fui comprar coisinhas para jardinagem...

Varei a tarde plantando coisas em vasos grandes. Bem grandes. A varanda do apartamento está abarrotada de vasos. Mas dois deles vão embora no Natal, se eles forem bem comportados, porque serão dados de presente para a sogra e para a cunhada da minha irmã. Os outros, ficam comigo. Plantei duas mudas de manjerona (comprei a touceira e dividi em duas) e duas de orégano (fiz o mesmo, dividi uma touceira em duas).

Enfim, foi um fim de semana bem agradável... principalmente pelas caminhadas, que há muito tempo eu não fazia...

terça-feira, outubro 24, 2006

Plantinhas

Pois é, virei "jardineira". Depois que uma tia minha me deu um arbusto de presente, eu resolvi tomar conta das plantinhas que eu tenho lá em casa, algumas plantadas pela minha mãe. Entre outras coisas, lá em casa eu tenho um boldo, uma touceira de capim-limão (ah, uma infusão de capim-limão, à noite, antes de dormir, é o que há de bom), a laranjinha, que é o arbusto que minha tia deu de presente...

Tinha um alecrim, mas durante a minha última "deprê", o pobrezinho morreu. Fiquei tão triste que só teve um jeito: passar no mercado e comprar uma mudinha. Aproveitei o embalo e comprei uma touceirinha-mirim de manjerona. Plantei os dois ontem, botei um "cadim" de fertilizante, água, e vamos ver no que dá.

quinta-feira, outubro 19, 2006

Êta sindicatozinho porre...

O sindicato dos metalúrgicos estava aqui na porta da fábrica, hoje, protestando contra a "jornada de trabalho de 43 horas semanais".

O mais cômico é que nós temos essa jornada porque ELES fizeram acordo de compensação de horas de feriados prolongados, de carnaval, de Copa do Mundo...

Memória curta, né?

terça-feira, outubro 03, 2006

Velhice precoce

Não sei por quê, mas eu me sinto velha, muito mais velha do que os meus 27 anos aparentam... acho que solidão envelhece a gente...

E, quando a gente envelhece desse jeito, ninguém quer ficar por perto, ou seja, é a perpetuação da solidão.

Ultimamente, a única coisa que consigo fazer é chorar...